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Saiba como tecnologia e inovação são grandes aliadas do setor de saúde acessando o blog da Maida

Allana Peixoto|

Desde que foi criado, o chatbot na saúde contribui para fortalecer a identidade da marca de clínicas e hospitais. Isso acontece por vários motivos, e um deles é porque o sistema usa Inteligência Artificial para atender aos beneficiários 24 horas por dia, tira dúvidas, faz triagem, marca consultas, entre outras atividades.

É o cenário ideal para o usuário moderno que deseja ter acesso fácil e rápido à informação. Sem contar com outros benefícios gerados para a equipe médica no que diz respeito à eficiência nos processos e cuidados ao paciente, por exemplo.

Se você quer descobrir como os chatbots estão melhorando a assistência médica, continue a leitura para saber mais.

Como o chatbot tem sido utilizado na medicina?

De acordo com Luiz Gonzaga, diretor da Maida.health, “na área da saúde, há diversas formas de aplicar essa tecnologia como, por exemplo: triagens digitais, coleta inicial de sintomas para agilizar o atendimento, marcação de consultas e exames, consulta de status etc. As aplicações são infinitas”.

Existem muitos casos em que o chatbot inteligente ajuda médicos, enfermeiros, terapeutas, pacientes ou suas famílias. Principalmente no que diz respeito a atendimento e agendamentos, as pessoas adoram o conforto de marcar a consulta em apenas alguns segundos, digitando a solicitação ou selecionando uma opção na janela de bate-papo.

Elas sabem que, por meio do chatbot, é possível fazer isso fora do horário comercial e até nos fins de semana, sem ter que visitar a clínica pessoalmente ou até mesmo fazer uma ligação.

A simplicidade do processo também atende às necessidades de pacientes idosos ou deficientes, que são poupados do incômodo de navegar em páginas da web e procurar manualmente por médicos e horários disponíveis.

Outra utilidade é que os beneficiários sempre têm muitas perguntas após as consultas iniciais com os médicos. Normalmente as dúvidas giram em torno dos medicamentos prescritos, novos sintomas que estão sentindo ou sobre equipamentos e suprimentos.

Com o desenvolvimento adequado do chatbot, os bots de IA fazem o papel do agente de suporte ao cliente, respondem às perguntas simples sobre diversos temas, como horários da clínica, medicamentos prescritos, compra e reparo de equipamentos médicos e assim por diante.

Livre do incômodo de responder repetidamente aos mesmos questionamentos, a equipe da clínica pode se concentrar em outras atividades, como verificar pacientes e ajudar médicos com procedimentos.

Quais são os pontos otimizados pela implantação?

Segundo conta Luiz Gonzaga, o chatbot é um enorme aliado para superar o que é o grande desafio dos negócios hoje: experiências customizadas em grande escala. O sistema consegue entregar menor custo de atendimento para o negócio (evitando, por exemplo, ligações para agendamento de consulta ou autorizações de procedimentos).

“Também adianta tarefas para otimizar o tempo valioso de profissionais, como iniciar a anamnese (entrevista feita pelo profissional de saúde) durante a espera por uma teleconsulta, por exemplo”, diz Gonzaga.

Ele fala que chatbots de qualidade entregam bons resultados para o negócio sem abrir mão de uma experiência agradável para o beneficiário. É porque a tecnologia é capaz de prestar atendimentos difíceis de diferenciar de uma interação humana.

À medida que a organização de saúde coleta mais dados, é possível treinar melhor o chatbot por meio do Machine Learning (ML), conhecido como Aprendizado de Máquina. Dessa forma, o beneficiário tem acesso a informações mais relevantes, maior autonomia para resolver problemas, menos tempo de espera e experiência customizada.

Quais são os ganhos para os profissionais ao adotar o uso de chatbot?

As emergências são normais para os cuidados de saúde, o que significa que o diagnóstico rápido e correto é de vital importância. Vários profissionais podem tomar a decisão certa a tempo, caso sejam capazes de obter facilmente as informações necessárias sobre o paciente.

É por isso que várias instituições de saúde estão criando um chatbot responsável pela manutenção de registros internos. O recurso é valioso para a equipe médica porque ela recebe informações como medicamentos prescritos e administrados, alergias, relatórios de check-up etc.

Ao mesmo tempo, reduz significativamente o tempo que os profissionais gastariam na pesquisa em um sistema de registro de pacientes. Hoje, existem aplicativos projetados para se comunicar diretamente e coletar informações sobre o estado de saúde do beneficiário.

Além do mais, questiona aspectos como duração, gravidade, frequência de sintomas e relata tudo aos especialistas para que tomem uma decisão acertada sobre a terapia.

É possível humanizar o atendimento por meio da tecnologia?

O diretor da Maida.health acredita na importância de ter em mente a experiência do usuário na ponta. Afinal, todos nós já tivemos contato com atendimentos automáticos que foram colocados em execução, mas que entregam péssimo atendimento: isso não pode acontecer na saúde.

“As necessidades dos beneficiários são importantes demais e é inadmissível que as organizações não adotem um canal de comunicação sempre aberto para ouvir as reclamações. A experiência deles deve estar no centro das atenções para garantir que o que está sendo feito não seja uma forma mascarada de ignorá-lo, mas um jeito de entregar valor a custo baixo para o negócio”, conta.

O ideal é integrar as duas formas de atendimento: automática e humana. Luiz diz que hoje existem maneiras de fazer a transição entre chatbots e humanos de forma tão suave que muitas vezes ninguém percebe a diferença.

Entretanto, cabe ao chatbot cuidar das demandas que conseguem ser resolvidas apenas com tecnologia e detectar, no momento correto, aquelas que não será capaz de resolver. Em seguida, transferir o contato para uma pessoa que estará ali, pronta para isso.

“É fundamental ter um atendimento humano com plataforma integrada, para que o atendente entre no atendimento conhecendo todo o contexto. Também podem ser tomadas decisões de priorização baseadas no histórico. Por exemplo, se uma pessoa já foi atendida duas vezes por um chatbot e está ligando novamente, pode ser um bom indicativo para direcioná-la diretamente para um ser humano em caso de nova ligação”, conclui.

Como você viu, usar chatbot na saúde é extremamente útil para otimizar os resultados do seu negócio, pois os usuários resolvem pendências por meio de conversas, os profissionais de saúde têm um recurso a mais para trabalhar com eficiência e sua clínica fortalece o relacionamento com o público-alvo. Pense nisso!

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Pedro de Alcântara|

A transformação digital chegou a todos os setores, e um termo cada vez mais comum hoje é Saúde 4.0. Afinal, o setor vem se modernizando muito nos últimos tempos, buscando apoiar-se em tecnologia para realizar procedimentos e exames.

Isso é um ótimo negócio para ambos os lados: usuários, que contam com diagnósticos mais acertados acerca de suas condições, e clínicas, profissionais de saúde, planos e hospitais, que podem ofertar um serviço mais adequado enquanto reduzem custos.

Neste post, vamos mostrar o que é a Saúde 4.0, como ela funciona e de que forma se aplica ao universo dos planos de saúde, que são mais complexos que uma clínica. Por isso, continue conosco e confira!

 O que é Saúde 4.0?

A Saúde 4.0 está diretamente relacionada à modernização do cuidado clínico por meio de ferramentas tecnológicas de grandes complexidades até aquelas incorporadas ao cotidiano das pessoas.

Assim, podemos dizer que a Saúde 4.0 envolve:

  • automatização dos recursos;
  • implantação de tecnologias mais precisas e sensíveis em relação às tradicionais;
  • apuração mais rápida dos resultados.

Vivemos na era da informação, em um mundo onde boa parte de nossas atividades diárias é baseada em tecnologia. Assim, conforme o tempo passa, essas inovações chegam a setores mais tradicionais, como a saúde.

Há várias empresas tecnológicas que desenvolvem soluções exclusivas para o setor de saúde digital, buscando resolver pequenos e grandes problemas enfrentados na área, melhorando como um todo o ciclo de atendimento.

Estamos vivenciando várias mudanças no setor. Por exemplo, hoje já é possível ter a saúde monitorada o tempo todo, com a avaliação constante de um profissional da área ou de uma Inteligência Artificial (IA) programada para encontrar qualquer indício de doenças ou outros problemas. Isso torna intervenções e operações muito mais precisas.

Em um caso recente nos Estados Unidos, um ciclista acabou caindo durante seu percurso e ficou desacordado. Seu smartwatch percebeu, por meio dos sensores, a situação e acionou a emergência, informando aos socorristas o local da queda.

Existem casos em que é possível prever determinadas doenças, por meio da observação de predisposições que a pessoa pode ter em sua família ou de seus hábitos. A análise de DNA, por exemplo, é uma técnica cada vez mais difundida na hora de prever condições futuras para propor tratamentos aos usuários do sistema de saúde.

Temos o exemplo da atriz de Hollywood Angelina Jolie, que, ao saber que tinha uma predisposição muito grande de desenvolver algum tipo de problema nas mamas, retirou-as de forma antecipada, evitando qualquer situação prejudicial para sua saúde.

Como podemos notar, a Saúde 4.0 tem deixado o setor mais proativo, buscando formas de sanar problemas por meio de:

  • diagnóstico precoce;
  • monitoramento de parâmetros clínicos para avaliar efetividade e segurança dos tratamentos;
  • identificação de variáveis;
  • previsão de problemas clínicos relacionados à complicação do estado de saúde.

Quais são os benefícios da Saúde 4.0 para os planos de saúde?

Todo plano de saúde trabalha com grandes quantidades de dados, que são o combustível ideal para as ferramentas de Inteligência Artificial. Quanto mais informações disponíveis, maiores são as chances de uma solução de IA tirar proveito disso.

Um exemplo de como é importante ter uma base completa é a China. No gigante asiático, praticamente todas as ferramentas utilizadas são nacionais. Por exemplo, eles têm substitutos para Google, WhatsApp, redes sociais e outras plataformas.

Com isso, o país é capaz de reunir uma grande massa de dados em um só local, o que contribui para suas estratégias de IA e o torna conhecido como o melhor nisso.

Todo plano de saúde deve manter uma base de dados que reflita o que aconteceu com seus usuários durante toda a vida. Dessa forma, uma empresa parceira, especializada em tecnologia, ao ter acesso a essa base pode construir soluções incríveis que ajudem na gestão dessa carteira.

Isso inclui, por exemplo:

  • verificação de doenças com base no histórico do paciente;
  • melhores avaliações sobre o procedimento ideal;
  • monitoramento acerca da saúde do beneficiário para evitar a demanda por maiores complexidades.

Essa grande massa de dados pode auxiliar também a evitar os erros médicos, que muitas vezes acontecem pela falta de comunicação adequada com o paciente ou o desconhecimento de incidentes anteriores.

Isso reduz os custos envolvidos para os planos de saúde, pois diminui a demanda por procedimentos mais complexos, ao mesmo tempo em que melhora a satisfação, a qualidade de vida e a saúde dos usuários.

Quais são as vantagens tangíveis da Saúde 4.0 para os planos?

Conhecendo as potencialidades da Saúde 4.0 e integrando com interesse e demandas das operadoras de planos, é possível obter vantagens significativas nesse processo e se destacar perante outras que ainda não se modernizaram.

Diminuição do sinistro

A taxa de sinistralidade avalia o número de procedimentos utilizados pelo beneficiário com o valor pago por ele. Para efeitos clínicos e econômicos, quanto menor essa taxa, melhor é a situação para todos.

Isso significa que, se as ferramentas da Saúde 4.0 forem aplicadas adequadamente ao contexto, é possível obter uma diminuição do sinistro à medida que algumas situações serão previstas.

Imagine um paciente sendo monitorado pelo seu relógio inteligente para enviar parâmetros vitais ao médico. Somente essa ação já evitaria uma consulta emergencial, pois qualquer mudança das variáveis monitoradas seria antecipadamente avaliada pelo profissional antes do desenvolvimento de algo grave.

Análise de dados mais eficaz

Quando uma operadora de plano de saúde já incorporou as ferramentas tecnológicas adequadas, é possível traçar um panorama dos pacientes quanto ao perfil noológico, índice de complicações clínicas e cirúrgicas, entre outras variáveis.

Esse diagnóstico situacional será de grande valia para traçar estratégias corretivas e preventivas, integrar com fatores epidemiológicos da localidade e trabalhar com o paciente para melhorias do quadro clínico.

A partir da coleta de dados clínicos, laboratoriais, radiológicos, cirúrgicos e farmacológicos, é plausível supor uma análise robusta, coesa e eficiente para os profissionais clínicos e gestores da saúde.

Acompanhamento personalizado

Quando se obtêm os principais dados terapêuticos do paciente, é certo que o acompanhamento será personalizado e adequado às suas particularidades clínicas, sociais e econômicas.

Sendo assim, os dados compilados de forma objetiva e com acesso fácil podem ajudar o profissional no momento da consulta ou durante o acompanhamento e viabilizar o atendimento humanizado.

Isso porque atualmente a medicina personalizado tem ganhado grandes adeptos e proporciona resultados satisfatórios na melhoria do estado clínico e psicológico dos pacientes atendidos.

Prática da medicina preventiva

Desde os mais remotos estudos em saúde pública, já se sabia que a atenção primária deveria ser o investimento maior nas ações governamentais para impedir novas morbidades e, consequentemente, mortalidades.

Atualmente, a prática da medicina preventiva também é objeto de estudo e intervenção das operadoras de planos de saúde, pois a intensificação de ações dessa natureza repercute em mais ganhos de vida ao paciente, melhor recuperação e menor custo para essas empresas.

Esse fato é particularmente importante para as operadoras de planos, que terão menos prejuízos financeiros em virtude dos gastos desnecessários ou exorbitantes com situações que poderiam ser prevenidas.

 Como os avanços tecnológicos são aplicados aos planos de saúde?

A Maida.health trabalha de forma incessante na busca do desenvolvimento de soluções que facilitem e melhorem o gerenciamento da carteira de planos de saúde. A empresa está buscando a criação de uma ferramenta capaz de verificar situações em que o usuário se tornará de alto custo em determinado tempo.

Além disso, também existem iniciativas para a detecção de condutas não adequadas por parte dos médicos, fornecendo ao supervisor um alerta da situação, de modo que ele tome as atitudes necessárias.

Quando há interesse em investir em tecnologia, a empresa deve iniciar esse processo verificando quais os dados que já existem na base, pois serão o primeiro passo para a criação de uma IA que possa ajudar nessa gestão.

Existem diversas técnicas a serem utilizadas para a criação de ferramentas especializadas, porém, tudo começa com uma análise da situação atual da empresa. Depois disso, pode-se trabalhar em uma evolução, dando atenção à ampliação da coleta de dados e ao desenvolvimento de novas soluções.

Por exemplo, em alguns planos de saúde, a empresa tem acesso aos resultados dos exames dos pacientes, o que permite a análise completa do quadro de saúde deles e a criação de previsões mais precisas.

Em outros casos, não se obtêm os resultados, apenas as requisições. Porém, esses dados por si só já podem ser utilizados como base para entender a situação e fazer previsões por meio de padrões.

Por exemplo, é possível entender um quadro de agravamento quando o paciente começa a realizar consultas à noite, em casos de urgência, deixando claro que a situação clínica desse indivíduo não está boa.

A Maida.health, ao criar soluções para seus clientes, faz uma solicitação de dados chamada KVD, ou Knowledge Discovery Database, um processo de várias etapas que pode durar alguns meses até a lapidação dos dados brutos em informações confiáveis e utilizáveis pela gestão.

É preciso lembrar que não basta ter os dados, uma vez que eles devem ser confiáveis, ter relevância e permitir um bom trabalho. Dessa forma, o resultado esperado será atingido com sucesso.

A Saúde 4.0 é uma realidade em muitos países e está começando a ser aplicada no Brasil. Os planos de saúde só têm a ganhar fazendo uso da tecnologia, reduzindo seus custos, melhorando a qualidade de vida dos usuários e aplicando um gerenciamento muito mais efetivo da carteira. Contudo, é fundamental obter essas vantagens por meio de empresas que viabilizam esse processo de forma ágil, segura e efetiva e garanta resultados promissores ao longo do tempo.

Quer saber mais sobre a Maida.health e suas soluções tecnológicas de IA? Entre em contato conosco agora mesmo!

Allana Peixoto|

Inteligência artificial quando utilizada no combate ao coronavírus, trará benefícios para o paciente, para a sociedade e para o sistema de saúde público e privado dentro do contexto da pandemia.

Entende-se como pandemia um alastramento desordenado de uma doença para diversos países do mundo e, no caso do coronavírus, ainda sem possibilidades terapêuticas metodologicamente confiáveis.

No entanto, com as ferramentas adequadas obtidas pela inteligência artificial, será possível traçar planos mais condizentes com a realidade de cada localidade e prever o consumo de recursos e os impactos em todos os eixos para a sociedade.

Quer saber mais sobre a inteligência artificial e o coronavírus? Então, não deixe de conferir este post que fizemos sobre o assunto!

Quais são os impactos de uma pandemia?

A decretação de pandemia pelo Organização Mundial de Saúde (OMS) em 11 de março de 2020 é consequência da contaminação pela COVID-19 em praticamente todos os países acarretando diversas complicações para a assistência à saúde. Isso acontece em uma escala de contaminação inicialmente dentro dos países, mas quando acomete diversas localidades simultaneamente e não é possível controlar a expansão para os não contaminados, instala-se a pandemia.

Quando se depara com um cenário pandêmico, observa-se primeiramente o colapso do serviço de saúde, que não está preparado para lidar com tantas demandas em um período curto de tempo. Soma-se a gravidade no setor social e econômico.

Nesse sentido, os gestores precisam lançar mão de ferramentas para monitorar as informações clínicas obtidas, fazer projeções ou levantar dados que facilitem um diagnóstico mais apurado da situação.

Essas pesquisas são fundamentais para embasar a tomada de decisão, antecipar condutas ou demonstrar o comportamento de uma pandemia em relação à situação clínica atual e às perspectivas para a assistência.

Como funciona a inteligência artificial em saúde?

A inteligência artificial é um conjunto de técnicas e de processamento que pode gerar resultados significativos conforme uma demanda. Para tanto, utiliza a ciência computacional e de diversos bancos de dados para apurar um problema.

Os campos de atuação da inteligência artificial são amplos e podem ser aplicados nas ações preventivas e curativas em saúde, assemelhando-se a uma conclusão feita por especialistas na área.

Sendo assim, é possível prever catástrofes humanas, avaliar os impactos da implantação de uma nova tecnologia, prever gastos com equipamentos, medicamentos e insumos terapêuticas, entre outras infinitas possibilidades.

Por meio da análise de dados e de cálculos epidemiológicos, matemáticos e estatísticos, é possível traçar um diagnóstico dos problemas de saúde e comparar com os recursos disponíveis.

Como a inteligência artificial pode combater a pandemia do coronavírus?

Diante de um alastramento infeccioso sem precedentes em decorrência do coronavírus, diversas estratégias têm sido empregadas para melhorar a ótica da situação ou amenizar os impactos desse problema.

Por isso, listaremos, com base nas informações já relatadas na literatura sobre a COVID-19, como a inteligência artificial será uma grande ferramenta. Acompanhe conosco!

Conforme apontado por Pedro Santos Neto, chefe de pesquisa e desenvolvimento da Maida. health, algumas práticas da inteligência artificial e coronavírus podem ser implementadas eficientemente.

Previsão de logística

Por meio de dados fidedignos sobre a incidência de COVID-19 nos municípios brasileiros e levantamento dos recursos hospitalares, é possível prever a logística conforme o avanço da doença.

Na medida em que as informações são atualizadas, a logística dos serviços essenciais em saúde bem como a forma de lidar clinicamente com a situação também são. Isso pode ser observado principalmente na mudança de condutas terapêuticas que ocorreu no epicentro do problema.

Anteriormente, na província de Wuhan, foram idealizados hospitais exclusivamente para tratar pacientes com suspeita ou confirmação da infecção por coronavírus. Logo depois, observou-se que o ambiente hospitalar era mais propício para aumentar a disseminação, principalmente se acometer também aqueles pacientes que já estavam internados com outros problemas clínicos mais graves.

Diante disso, as autoridades chinesas recomendaram fortemente o encaminhamento dos doentes mais graves do ponto de vista respiratório e medidas preventivas de distanciamento social.

Identificação de casos

Um dos maiores problemas para se identificar um paciente com coronavírus é a confirmação laboratorial da doença. Isso porque não há um número suficiente de testes de confirmação no Brasil, e aqueles pacientes que são averiguados aguardam muito tempo pelo diagnóstico.

O fato é que a efetividade divergente e a falta de testes imunológicos distribuídos aos municípios brasileiros dificultam a tomada de decisão — além da incerteza de não demonstrar se o paciente possui anticorpos ou se está com a doença ativa.

Diante disso, é preciso pensar em outras estratégias que possam predizer um padrão da doença. Exemplo disso é a construção da plataforma desenvolvida pela Maida.health sem recursos públicos e utilizada pelo Ministério da Saúde, que compila as imagens radiológicas dos pacientes internados com depleção respiratória grave decorrente de uma infecção viral.

Para tanto, cabe aos médicos fazer o cadastro na plataforma, acompanhar as imagens e ajudar no banco de informações sobre o assunto. Assim, será mais fácil otimizar o diagnóstico mais próximo do que seria o coronavírus e, consequentemente, o tratamento e utilizar a teleconsulta, se necessário.

Assim, na medida em que as imagens são inseridas nessa plataforma, seria criada uma base nacional conforme a maior frequência de achados radiológicos que poderia predizer a infecção decorrente do novo coronavírus.

Avaliação dos insumos necessários

Um dos maiores problemas atualmente é a falta de respiradores artificiais que são utilizados para as complicações respiratórias do coronavírus. Acontece que essa tecnologia está escassa em todos os países e a aquisição demanda valores maiores do que o normal.

A partir dos dados da inteligência artificial, é possível prever o consumo dos itens, conforme o quantitativo das tecnologias disponíveis e o número de casos que se agravarão, entre outras combinações estatísticas.

Portanto, por meio da inteligência artificial na crise do coronavírus, será plausível, ainda que eticamente questionável, decidir qual paciente obterá mais benefícios clínicos com o uso escasso do respirador.

Quais as condições para efetividade da inteligência artificial e coronavírus?

A inteligência artificial trabalha essencialmente com os dados disponíveis tanto em bancos públicos quanto privados. Por isso, para que gere resultados consistentes, é fundamental que as informações sejam fidedignas.

Esse processo é muito desafiador no caso do coronavírus, pois as pesquisas estão sendo produzidas em tempo real para os profissionais clínicos e gestores de contingência na tomada de decisões.

No entanto, devido à urgência para implantar condutas preventivas e adequadas ao contexto, algumas pesquisas estão sendo produzidas sem a devida coerência e qualidade metodológica, o que pode gerar desfechos poucos significativos e não contribuir muito.

Sendo assim é crucial que pesquisadores, profissionais de saúde e equipes de informática e de processamento de dados trabalhem juntos para construírem dados consistentes e úteis ao combate do coronavírus.

A integração da inteligência artificial e coronavírus é um processo de grande relevância para todos os envolvidos, pois identifica e trabalha estatisticamente as informações, prevê recursos e estudos epidemiológicos conforme a realidade de cada município do país e auxilia na compilação de dados para os órgãos federais.

E você, ficou interessado em saber como a inteligência artificial pode ajudar no combate ao coronavírus no Brasil? Então, entre em contato conosco!

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