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Conteúdos para transformar o seu modo de usar e gerenciar sistemas de saúde.

Allana Peixoto|
11/01/2022

A transformação digital na saúde é uma necessidade nos dias atuais, devido à grande demanda por serviços e à evolução dos recursos tecnológicos, que se aprimoram gradativamente.

As possibilidades estão chegando em uma velocidade fantástica, demandando conhecimentos técnicos e científicos, além da avaliação da aplicabilidade, uma vez que investimentos financeiros significativos são envolvidos.

Um fato é notável: a transformação digital na saúde veio para agregar e será cada dia mais apropriada. Portanto, é inevitável a sua inserção, até mesmo em instituições clínicas de pequeno porte.

Nesse cenário, a cada dia, novos dispositivos são lançados e tendências são aprimoradas, sempre em busca do bem-estar do paciente, reduzindo intervenções desnecessárias e aumentando a qualidade de vida.

Então, é preciso conhecer as principais tendências, quais as indicações plausíveis, os benefícios esperados e as perspectivas que as próximas ferramentas proporcionarão aos pacientes.

Quer saber mais sobre as principais tendências da transformação digital na saúde? Então, fique por aqui e descubra!

1. Assistente virtual

A assistência virtual na área da saúde tem se tornado uma grande oportunidade para a expansão dos negócios, principalmente pela diversidade de tarefas que podem ser delegadas por essa modalidade.

Trata-se de um modelo virtual para a execução de serviços de menor complexidade, tais como agendamento e cancelamento de consultas e marcação de exames e procedimentos, tudo por meio do atendimento virtual ao paciente.

A assistência virtual, desde que formalizada em linguagem amigável e objetiva, aumenta a eficiência das rotinas em prol de uma organização mais coerente e facilitadora para os colaboradores.

A partir dessa ferramenta, também será possível fazer um levantamento das atividades realizadas e gerar relatórios eficientes para direcionar as ações dos gestores e dos profissionais de saúde envolvidos.

Contudo, já se vislumbra também a inserção da assistência virtual para a triagem de pacientes, considerando os sinais e os sintomas relatados por eles, otimizando significativamente o fluxo de trabalho.

2. Telemedicina

Essa é uma proposta contemplada dentro da telessaúde, que tem como objetivo aproximar as distâncias por meio de recursos tecnológicos, facilitando a assistência e o diagnóstico do paciente.

Ainda é considerada uma prática recente, porém bastante inovadora, agregando diversos serviços e fornecendo diagnósticos mais precisos e confiáveis aos profissionais de saúde, reduzindo as intervenções desnecessárias.

Pelos recursos da telemedicina, é plausível identificar um agravo ainda no estágio inicial, discutir casos clínicos com especialistas por meio de plataformas virtuais e trocar experiências em tempo real.

Nesse sentido, além de viabilizar uma teleconsulta, a telemedicina ajuda na capacitação de profissionais clínicos, na medida em que promove videoconferências e discussões de casos com diversos especialistas.

Por meio das capacitações viabilizadas pela telemedicina, um profissional de saúde acompanhará uma cirurgia por videoconferência, por exemplo, algo impensado em décadas passadas, direcionando suas condutas clínicas a partir de estudos mais atualizados.

Ademais, a telemedicina proporciona a redução de custos quando comparada aos consultórios presenciais, aumenta a capacidade de atendimento para além do horário comercial e, ainda, possibilita uma relação terapêutica humanizada.

3. Automação de processos

A substituição de serviços manuais por atividades automatizadas é uma realidade em muitos nichos clínicos, especialmente em laboratórios patológicos, de radiologia e outros que já emitem laudos online.

Com isso, atividades operacionais repetitivas, que geravam uma grande quantidade de erros, foram eliminadas do contexto clínico. Assim, é possível diminuir a incidência de resultados falso-positivos ou falso-negativos e, consequentemente, a percepção desfavorável do estabelecimento.

Também é notório a execução de atividades de forma mais rápida e segura, até mesmo em cirurgias, em que a precisão é notadamente requerida, e os movimentos de coordenação motora fina dos profissionais de saúde são passíveis de erros.

Ainda, existem diversas demandas para a automatização dos processos, principalmente na medicina diagnóstica, trazendo oportunidades de trabalho para vários profissionais de saúde, que podem atuar de forma remota.

Apesar de muitos questionarem negativamente o uso de máquinas para substituir a execução de serviços humanos rotineiros, observa-se que a grande maioria dos gestores optam pela automatização no sentido de aproveitar a força de trabalho para outras necessidades não atendidas.

4. Big Data

A ferramenta do Big Data constitui-se em uma plataforma capaz de receber diversos dados clínicos, medicamentosos, laboratoriais, entre outros, podendo analisar variáveis a partir de um contexto panorâmico.

Dessa maneira, e com a ajuda de um estatístico, é possível identificar o perfil de adoecimento de uma população, avaliar os principais medicamentos usados, demonstrar a efetividade de uma estratégia terapêutica, entre outras questões.

Com a ferramenta do Big Data, pode-se também estabelecer um perfil de paciente a partir da integração de dados e direcionar ações terapêuticas personalizadas e coletivas de forma a garantir o bem-estar da comunidade.

Ainda, é viável gerar um compilado sobre o uso de medicamentos oncológicos, a fim de verificar se está ocorrendo a dispensação e a utilização conforme os protocolos clínicos e quais são os custos por paciente.

A partir dessas análises, os gestores tomarão ações para prevenir, intervir ou melhorar a condição de saúde de um paciente, considerando também o perfil socioeconômico e outras variáveis de interesse.

 5. Inteligência Artificial

Imagine entrar em um hospital e ser recebido por um robô que fará perguntas para avaliar a necessidade de internação ou de procurar outros serviços de referência? Isso já é realidade em alguns hospitais dos Estados Unidos.

Também é possível que um robô monitore os parâmetros fisiológicos do paciente e encaminhe um alerta para o médico responsável, que chegará em poucos minutos para iniciar os procedimentos adequados.

Os custos de implantação aparentemente são elevados, mas serão compensados em longo prazo a partir da redução de eventos adversos que serão precocemente detectados, como administração incorreta de medicamentos, técnica inapropriada, entre outros.

A comunicação com robôs é uma grande tendência mundial, principalmente devido às mudanças no perfil epidemiológico e nosológico da atualidade, o que demandará mais serviços dessa magnitude.

Tudo isso e muito mais são propostas da Inteligência Artificial para assistir pacientes nos diversos níveis de atenção à saúde, a fim de melhorar as condutas clínicas existentes a partir de recursos tecnológicos.

6. Wearable device

O termo em inglês significa, em tradução literal, “algo vestível". Então, qualquer dispositivo que atue nesse sentido está enquadrado nesse grupo, tais como os relógios inteligentes e os medicamentos tecnológicos.

Os relógios inteligentes monitoram parâmetros fisiológicos, como os batimentos cardíacos, a taxa de oxigenação, a pressão arterial, os níveis de glicemia, entre outros. Já os medicamentos são liberados gradativamente para exercerem efeitos terapêuticos, evitando a sobredosagem.

Além de facilitar o monitoramento das condições crônicas, eles também alertam os pacientes em casos de esforços demasiados durante a prática de atividades físicas ou na ocasião de ingestão calórica excessiva.

As vantagens incluem a redução no encaminhamento às unidades hospitalares, mais controle do próprio corpo, em um processo denominado de autogerenciamento da saúde, e identificação precoce de complicações.

Ademais, com as técnicas de comunicação em tempo real, um paciente com dúvidas, a partir dos resultados gerados por esses dispositivos, fará contato com um profissional, que orientará sobre as condutas necessárias.

7. Internet das Coisas

A Internet das Coisas, ou IoT, trata-se de um conjunto de procedimentos com o propósito de facilitar as atividades do cotidiano, sendo facilmente aplicável em todos os contextos. Inclusive, na área da saúde, a Internet das Coisas tem se mostrado bastante eficaz.

Diversos exemplos são aplicáveis dentro da concepção de IoT em saúde: teleconsulta para monitoramento de doenças crônicas, telestroke, utilização de relógios inteligentes etc.

Os benefícios são inesgotáveis e dependerão de cada atividade, destacando aqueles relacionados à redução de custos operacionais, ao empoderamento do paciente, à facilidade no compartilhamento de dados, entre outros.

Em longo prazo, haverá maior demanda de atuação nas atividades clínicas preventivas e protetivas, trazendo vantagens para o paciente e para o sistema de saúde. E, para as atividades curativas, esperam-se condutas efetivas e mais seguras.

Nesse contexto, a expectativa de vida se eleva. Além disso, os indivíduos ficam mais saudáveis e atentos ao monitoramento das suas condições clínicas.

8. Machine learning

O aprendizado das máquinas é algo tangível nos dias de hoje. Elas compilam e analisam dados clínicos, medicamentosos e laboratoriais, propondo um modelo de probabilidade e previsibilidade de um acontecimento em saúde para o paciente.

Isso significa dizer que o produto final gerado poderá predizer, a partir de estudos clínicos já realizados e de técnicas estatísticas diferenciadas, qual é o prognóstico do paciente e quais medidas terapêuticas serão mais efetivas.

Obviamente que se trata de um levantamento clínico que deve ser analisado com cautela, além de ser discutido com o paciente. No entanto, a acurácia dos resultados é diferenciada em comparação ao quantitativo de estudos que o profissional de saúde consegue absorver em um determinado período.

Nesse sentido, subentende-se que um cenário mais amplo, considerando estudos clínicos com qualidade metodológica diferenciada, trará confiabilidade ao resultado final, em vez de se ater apenas a pesquisas isoladas.

Sendo assim, considerando a aplicabilidade do machine learning para o diagnóstico e a terapêutica das doenças, esperam-se grandes avanços, que possibilitarão tratamentos menos agressivos e por menor tempo.

9. Computação em nuvem

Devido ao grande volume de dados em saúde obtidos simultaneamente e à necessidade de resgatar o histórico do paciente, observou-se que os softwares não suportariam essas informações.

O volume gigantesco de dados dentro de um computador não permitiria a funcionalidade das ferramentas em níveis mínimos, o que atrasaria a rotina das instituições de saúde.

Diante disso, uma das alternativas aplicadas nos dias de hoje é a disponibilização de informações clínicas, medicamentosas, radiológicas e laboratoriais na nuvem, otimizando o fluxo das rotinas.

Destaca-se que a disponibilização de dados pessoais na nuvem pressupõe diversos mecanismos de segurança digital para evitar o compartilhamento com pessoas não autorizadas, o que garante a confiabilidade desses processos.

Com a devida autorização, é possível acessar informações clínicas personalizadas disponíveis na nuvem de qualquer computador, editar textos e fazer compartilhamentos com as partes interessadas.

10. Sistema integrado

Antigamente, quando o paciente chegava ao consultório médico, era feita uma solicitação para a realização de exames laboratoriais e de procedimentos.

A partir daí começava a saga do paciente para solicitar uma autorização da operadora do plano de saúde, o que na maioria das vezes perdurava por muito tempo e atrasava todo o processo de diagnóstico.

Atualmente, com a integração dos sistemas, é possível solicitar e verificar a autorização da operadora, a disponibilidade de horário das clínicas credenciadas, solicitar que os exames sejam enviados por e-mail e quiçá já marcar o retorno do paciente para a discussão das próximas etapas.

Tudo isso é realizado em poucos minutos e, dependendo da complexidade do exame, já é possível fazê-lo no mesmo dia, encaminhá-lo ao médico e obter uma resposta rápida, eficiente e com comodidade.

Outro ponto relevante é que uma prescrição assinada digitalmente será encaminhada às farmácias credenciadas com todas as definições dos órgãos sanitários para viabilizar os medicamentos desejados.

11. Assinatura digital

A migração dos processos manuais para o meio eletrônico trouxe uma preocupação importante: como validar os documentos que necessitam de assinatura para embasar a tomada de decisão pelo profissional de saúde?

Considerando essa premissa, a regulamentação dos órgãos sanitários e as normativas dos conselhos de profissionais de saúde, surgiu a assinatura digital como forma de validar as orientações clínicas e medicamentosas realizadas.

Para tanto, é imprescindível que o profissional de saúde obtenha inicialmente o certificado digital, por meio da instalação de um software específico que vincula os elementos criptográficos, de forma a autorizar a assinatura no documento gerado.

A assinatura digital é rastreável na medida em que identifica os responsáveis, a data e o horário em que houve a validação. Ademais, disponibiliza um endereço eletrônico para acessos em casos específicos.

Portanto, trata-se de um documento validado pelo profissional de saúde, com orientações legíveis que poderão ser acessadas pelo paciente nas mais diversas plataformas digitais ou em alguns dispositivos.

Como vimos, a transformação digital na saúde é uma inovação que traz experiências diferenciadas ao paciente, na medida em que aumenta a precisão do diagnóstico, otimiza a assistência e ajuda na intervenção mais adequada de acordo com o perfil do indivíduo. Além disso, apresenta uma relação de custo favorável para os profissionais de saúde e os gestores quando plenamente implantada.

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Allana Peixoto|
16/12/2021

 A Maida.health, empresa de tecnologia e inovação do Sistema Hapvida, assumiu, no mês de novembro, o contrato para fornecimento do sistema de gestão de saúde para os servidores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMS) e seus dependentes. O sistema iHealth, solução utilizada, proporciona processos mais ágeis e seguros, terá o prazo de seis meses e conta com tecnologia de reconhecimento facial para proporcionar segurança e rapidez aos atendimentos. 

Além disso, as autorizações ambulatoriais serão automáticas, parametrizadas em sistema, conferindo mais agilidade aos pedidos de exames. "Ampliar o acesso à saúde por meio da ciência, da inovação e do conhecimento é o propósito da Maida.health, que oferece soluções inovadoras para a saúde. 

O objetivo da parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul é tornar mais prática e segura o acesso à saúde dos servidores", ressalta Ney Paranaguá, sócio da Maida.health.

Deildes Prado |
14/12/2021

 O Rol de Procedimentos e Evento em Saúde da ANS é composto
por uma série de procedimentos de diagnóstico, tratamento e acompanhamento de
doenças e eventos em saúde, que os planos de saúde devem cobrir para seus
beneficiários. Até este ano a sua atualização se dava a cada 2 anos, passando agora
a atualização se dar a cada semestre, nos meses de janeiro e julho 

Em abril de 2021 foram inseridas 69 novas coberturas, sendo
50 relativas a medicamentos para tratamento do câncer, de doenças
inflamatórias, crônicas e autoimunes e para tratamento de doenças que levam a
deformidades ósseas e 19 para terapias, exames e cirurgias que, somados aos
procedimentos já cobertos, totaliza 4.181 procedimentos de cobertura
obrigatória pelos planos de saúde. 

A introdução de procedimentos e medicamentos no Rol de
Procedimentos e Evento em Saúde leva a impactos nos custos, tendo em vista que
haverá mais eventos de cobertura obrigatória, pelos planos de saúde registrados
na Agência Nacional de Saúde (ANS). 

À incorporação dos novos procedimentos se associa um impacto
sobre os custos da prestação da assistência, que é compartilhado por todos,
tendo em vista que todos os clientes do plano contribuem com esse custo, por
meio do valor das mensalidades. 

O impacto nos custos, segundo a ANS, vai de R$1,52 bilhão a
R$2,41 bilhões, que equivale a 1,5% da despesa assistencial. Já a FenaSaúde
estima que o custo pode chegar a R$5 bilhões.  

Allana Peixoto|
08/12/2021

A pandemia desencadeada pelo novo coronavírus fez com que mais pessoas procurassem os serviços de saúde suplementar. De acordo com dados do governo, somente no primeiro semestre de 2021, o número de usuários cresceu mais em mais de 600 mil, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Nesse cenário, garantir uma boa gestão de operadoras de saúde eficiente é fundamental para a prestação de um bom serviço.

Ou seja, é preciso garantir a assistência médica adequada ao paciente e equilibrar as contas da operadora ao mesmo tempo. Mas engana-se quem pensa que fechar essa conta é fácil. É necessário agir com estratégia para cobrir um número crescente de usuários, garantindo também a reputação e a atratividade da saúde suplementar.

Ficou curioso e quer saber mais sobre a relação entre gestão de operadoras de saúde e a qualidade dos serviços prestados? Então, continue a leitura!

Em que consiste uma gestão eficiente de operadoras de saúde?

Garantir uma assistência de qualidade e adotar medidas com o objetivo de reduzir os custos são os maiores desafios da gestão de operadoras de saúde, mas também é algo fundamental para garantir a sustentabilidade da instituição.

Para tanto, é preciso promover a cultura de utilização adequada dos recursos disponíveis, conscientizando os usuários de que eles podem se tornar cada vez mais escassos.

Além do recurso da telemedicina, que proporciona atendimento de qualidade a distância e pode, inclusive, tirar o grande fluxo de pacientes das clínicas e hospitais, é preciso promover ações que promovam a gestão integrada, por exemplo, a medicina preventiva.

Para todos os possíveis contextos, a tecnologia tem se apresentado como a melhor aliada, pois além de atender as demandas dos beneficiários, ainda promove uma visão mais estratégica acerca dos negócios.

Assim, os recursos tecnológicos também podem ser usados para educar os beneficiários, colaborando com a redução da sinistralidade, fator que também merece a atenção dos gestores, com o objetivo de fazer a integração com os recursos disponíveis, sem aumentar os custos.

Quais são os maiores gargalos das operadoras de planos de saúde?

Otimizar custos e oferecer um bom atendimento aos beneficiários é a receita de sucesso para qualquer operadora de saúde. No entanto, isso nem sempre é fácil, não é mesmo?

Para ajudar você, separamos os três maiores gargalos das operadoras de saúde para você conhecer. Acompanhe!

1. Muita liberdade de escolha para o usuário

Na ânsia de oferecer uma rede ampla de atendimentos, muitas operadoras acabam deixando nas mãos do usuário a responsabilidade pela escolha de onde será atendido, e questão é, sem dúvidas, o maior causador de gargalos na gestão dos planos.

Com uma gestão mais enxuta e focada em acompanhamento individual e programas de prevenção, esses problemas podem ser sanados.

2. Falta de registro histórico de pacientes

A falta de acompanhamento leva à inexistência de registro histórico de pacientes. Com isso, a operadora não consegue prever a sinistralidade, fator que influencia diretamente nos custos. Uma rede de atenção primária pode ajudar a resolver essa questão.

3. Desperdício

Parece mentira, mas o desperdício é o maior gargalo das operadoras. Isso acontece por causa da necessidade de disponibilizar muitos profissionais, mesmo para baixas demandas, devido a um grande leque de serviços disponibilizados. Além disso, deixar a responsabilidade para o usuário escolher a rede de atendimento também é uma das causas do desperdício nas operadoras dos planos de saúde.

Como garantir uma boa gestão das operadoras de saúde?

Agora que você já tem uma boa noção sobre a importância da gestão de operadoras de saúde, veja como garanti-la com as dicas abaixo!

Tenha um planejamento adequado e controle de processos

Adotar um planejamento adequado o ajudará a controlar melhor os processos e também a definir quais são os objetivos a serem alcançados, além de estabelecer como isso será feito.

Quando a questão são as operadoras de saúde, é necessário pensar em como os serviços serão oferecidos, otimizando os custos.

Afinal, mesmo que a intenção seja assegurar o atendimento de qualidade, não significa que isso não possa ser feito com inteligência, encurtando o caminho para disponibilizar especialistas, por meio da telemedicina, por exemplo.

Utilize a tecnologia ao seu favor

A tecnologia também é muito útil no setor da saúde, visto que auxilia na otimização dos processos, promove a redução de custos e evita o retrabalho.

Nesse sentido, poder contar com um sistema de gestão eficiente é fundamental para melhorar os processos, que vão desde prontuários eletrônicos até laudos a distância.

Além disso, o sistema de gestão também deve ser considerado nos processos administrativos e burocráticos da operadora. Com a ferramenta certa, é possível aproveitar melhor o tempo e os recursos, além de agilizar o atendimento de pacientes e ter um maior controle das finanças da operadora, facilitando a sua auditoria.

Adote indicadores de qualidade

Os indicadores de qualidade na área da saúde são fundamentais para que o gestor possa avaliar o andamento dos processos, ou seja, verificar se o que foi planejado está sendo executado e trazendo os retornos esperados.

Além disso, ao criar e implementar os indicadores mais aderentes à sua operadora de saúde, fica mais fácil fazer uma gestão baseada em dados e corrigir estratégias a tempo de evitar danos maiores à instituição e a seus usuários.

Nesse cenário, é preciso tornar os indicadores de qualidade aliados e estudar como eles podem impactar a assistência à saúde e, como consequência, o sucesso da sua gestão.

Como o iHealth pode ajudar na gestão eficiente das operadoras de saúde?

Solução inovadora para o mercado das operadoras de saúde, o iHealth é uma ferramenta desenvolvida para criação, reengenharia e gestão de operadoras de saúde e autogestões públicas.

O iHalth é guiado por inteligência artificial, o que assegura uma maior eficiência operacional e concomitantemente promove a redução dos custos assistenciais, otimizando toda a operação da gestão de saúde.

Assim, ao ter uma visão maior acerca dos processos de gestão de operadoras de saúde, fica mais fácil pensar em quais são as melhores soluções a serem implantadas, a fim de oferecer um serviço de qualidade aos usuários, ao mesmo tempo em que a gestão garante a sustentabilidade dos planos de saúde.

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Allana Peixoto|
08/12/2021

A governança em telessaúde depende de nossa capacidade e disposição em reaprender sobre algumas premissas que carregamos sobre gestão da saúde. É um campo novo, cheio de particularidades, desafios e reflexões éticas a serem feitas.

Questões como até onde pode ir o atendimento remoto e no que ele é imprescindível precisam ser respondidas, para que a telessaúde encontre o equilíbrio entre a universalização do acesso à saúde e a qualidade do atendimento.

Afinal, como trilhar esse caminho? É o que pretendemos responder para você com este post.

Acompanhe!

A Telessaúde abrange a telemedicina

Para começar, vamos conceituar essas duas áreas e estabelecer a diferenças entre elas. Pois bem, o que diferencia a telemedicina é que ela envolve diretamente o exercício da profissão, portanto, a atuação médica. Como exemplos de aplicação, podemos usar a teleconsulta e o telediagnóstico, que são subáreas da telemedicina.

A telessaúde é ainda mais abrangente e se caracteriza pela aplicação de tecnologia de comunicação em áreas acessórias da medicina, envolvendo vários profissionais de saúde além dos médicos. Ela também é aplicada em diversos níveis de atuação, desde a atenção primária até os secundários e terciários, incluindo a logística em saúde. 

A importância da governança em telessaúde

Com o exemplo recente de algumas importantes demandas geradas pela pandemia, fica explícita a importância da logística e de toda a estrutura de apoio ao trabalho dos médicos.

A mesma lógica transportada para o atendimento remoto fica igualmente evidente com base nas definições do tópico anterior. Afinal, a telessaúde inclui recursos fundamentais para estruturar a telemedicina.

A gestão de equipes remotas envolve tarefas e particularidades muito distintas das necessárias às interações presenciais. Os processos precisam ser ajustados para garantir que os benefícios sejam aproveitados, por exemplo, melhorando a experiência dos pacientes.

Nesse contexto, pacientes e profissionais percebem uma melhora substancial da experiência de contato com o sistema de saúde, que se torna menos burocrático, com menos perda de tempo e mais confortável.

Outro ponto, dessa vez com impacto, inclusive, nos custos assistenciais, é no qual os pacientes são avaliados, triados e examinados pela telemedicina e só prosseguem para consultas presenciais se necessário, evitando superlotação de clínicas, hospitais e ambulatórios. 

A governança da telessaúde pode prever procedimentos capazes de evitar consultas com especialistas não indicados, comparecimentos para atendimentos de urgência desnecessários e outras ocorrências que, quando fazem parte da rotina de atendimento, não beneficiam ninguém.

Além disso, com o uso da telemedicina, hospitais, clínicas e profissionais podem alcançar populações distantes de seus centros de referência, dando acesso especializado a quem antes não o tinha.

Novamente, essa possível democratização do acesso à saúde depende diretamente da eficiência da governança, para que possa contar com a estrutura de apoio ideal.

Os pilares da governança em telessaúde

Basicamente, a governança em telessaúde explora 3 pilares principais, que estão detalhados nos tópicos abaixo.

Gestão — liderança e estrutura

Não basta entender a importância da governança em telessaúde para estruturar a telemedicina e todas as outras áreas. O que vai garantir o bom funcionamento dos processos é o comprometimento das lideranças com a execução do programa.

É esse esforço que vai garantir o orçamento necessário e o subsídio estratégico para o perfeito funcionamento do modelo, o que começa com a escolha da pessoa que conduzirá esse processo.

Para essa definição, algumas dicas são:

  • identificar pessoas internas que tenham experiência com implementação de tecnologia em telessaúde;
  • identificar aqueles com aptidão para tecnologia e experiência em liderança de operações clínicas;
  • priorizar líderes com características como gostar de aprender e inovar.

Definição da metodologia de forma clara e precisa

Como adiantamos, a gestão de equipes remotas representa um desafio cheio de particularidades, a começar pelo treinamento. Muitos dos nossos mecanismos de controle de atividades se baseiam na presença física e não nas tarefas executadas. A própria remuneração dos colaboradores é devida, de acordo com as horas de dedicação.

Em razão da pandemia, muitos gestores e profissionais de saúde observaram na prática a diferença e as demandas de monitoramento que surgem de atendimentos remotos. Quer um exemplo? Como podemos apoiar um médico com dificuldade de acionar o som em um atendimento de telemedicina?

A estruturação necessária a esse tipo de auxílio envolve cada detalhe, de cada processo de atendimento, que também implica em questões éticas e relativas aos procedimentos médicos. Por isso, sem um método claramente definido e descrito, a telessaúde tende a acabar subutilizada.

A fragmentação das ações entre as diversas áreas pode criar um mosaico pouco organizado e disforme, o que só pode ser evitado com um método eficaz de governança.

Definições de objetivos, metas e ROI

Ao mesmo tempo, desenvolver todo o potencial da telessaúde em seguida a sua implantação não é uma expectativa realista. O que vai garantir a excelência é o aprimoramento constante, o que depende diretamente da definição e do monitoramento de objetivos, metas e retorno de investimento (ROI).

Para medir o sucesso do programa de telessaúde, os seguintes componentes são essenciais:

  • valor clínico agregado;
  • engajamento dos profissionais e pacientes;
  • suporte administrativo;
  • congruência no plano estratégico;
  • capacidade clínica ligada à complexidade logística.

Cada um desses itens deve ter indicadores e metas muito bem definidos a partir do conceito S.M.A.R.T. Isso vai contribuir com o cálculo do ROI e outras variáveis de sustentabilidade do projeto.

Além disso, deve-se mapear o fluxo de comportamento dos pacientes e dos profissionais dentro da organização, identificando dados essenciais que poderão integrar e se relacionar com a tecnologia da telessaúde.

A implementação prática

Antes de colocar a tecnologia para funcionar, as dicas são: 

  • reunir os líderes;
  • definir os objetivos;
  • estruturar uma liderança formal para o programa;
  • garantir sustentabilidade;
  • focar na geração de valor para o paciente.

Também, é preciso definir onde a telessaúde se encaixa na linha de cuidado definida para cada iniciativa. Estipular quando usar e quando não adotar a telemedicina vai ajudar no desenvolvimento do programa. 

No início do projeto, nem sempre essas definições estão claras para todos, mas é fundamental focar no propósito de alto nível que a instituição de saúde pública ou privada deseja alcançar. 

É a partir dele que podemos traçar as formas de encaixar a telemedicina e a saúde digital na jornada de cuidado aos usuários do sistema, de uma maneira segura e confortável para todos.

Depois disso, é preciso avaliar o investimento necessário e as possibilidades de retorno do projeto, para que ele se mantenha com sustentabilidade financeira ao longo de seu crescimento.

Essa preocupação precisa estar em pauta desde as conversas iniciais, evitando custos desnecessários com equipamentos ou softwares, que não ajudam a alcançar o objetivo maior da organização.

O auxílio da tecnologia

É importante lembrar de que, como mencionamos neste post, a telessaúde não é exatamente uma novidade. Inúmeras iniciativas já foram organizadas por telefone, por exemplo, desde muito tempo. No entanto, jamais tivemos as possibilidades e, principalmente, as perspectivas que temos agora com os novos recursos.

Uma tecnologia de fácil uso, intuitiva, com segurança da informação adequada e que se adapte ao modelo de interação escolhido para o programa pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso do projeto.

Assim, pode gerar:

  • engajamento;
  • eficiência no uso dos recursos;
  • segurança nas interações;
  • satisfação dos pacientes e profissionais de saúde;
  • processo estruturado de implantação com inteligência estratégica.

Contudo, não poderíamos concluir de outro modo sem relatar a nossa convicção de que a tecnologia não é suficiente — como um bisturi, ela é apenas uma ferramenta, não necessariamente uma incisão perfeitamente executada.

A governança em telessaúde depende diretamente da expertise aplicada ao planejamento, à implantação e ao gerenciamento dos programas de telessaúde, com uma consultoria completa de ponta a ponta, como a da Maida Health.

Então, não perca tempo e conheça nossas soluções.

Allana Peixoto|
08/12/2021

A otimização de processos em hospitais é um diferencial significativo para aquelas instituições que prezam pela gestão eficiente, pela qualidade na assistência prestada e pelo uso da tecnologia a favor do paciente.

Além disso, quando as estratégias são empregadas de forma racional, há redução de custos, aumento da demanda e atendimento aos padrões de excelência padronizados pelos órgãos reguladores.

Por isso, se quiser saber mais sobre como investir na otimização dos processos, fique por aqui e entenda!

Invista na emissão de laudos online

Investir na eficiência das atividades significa integrar ferramentas tecnológicas que possam proporcionar a melhor experiência ao paciente, ao menor custo para ele e para a instituição hospitalar.

A emissão de laudos online é um exemplo bem-sucedido da otimização dos processos, pois aumenta a demanda sem alterar a qualidade dos resultados emitidos pelos especialista, além de ampliar as possibilidades de obter esse documento por meio de diversos aplicativos de mensagem.

Dessa forma, o gestor interessado nesse serviço deve procurar empresas capazes de realizar o exame radiológico e que estejam aptas a receber as imagens dos pacientes. Essas empresas devem ter profissionais experientes para emitir o laudo e disponibilizar recursos compatíveis para enviar as informações solicitadas.

Prontuário eletrônico do paciente

Ter todos os dados clínicos, medicamentosos, laboratoriais e o histórico de condutas já adotadas pelos profissionais que atenderam ao paciente é uma realidade concreta nos dias de hoje.

O prontuário eletrônico, entre outras atividades:

  • reúne todas essas funcionalidades;
  • otimiza o atendimento;
  • gera relatórios sobre a situação do paciente;
  • proporciona o compartilhamento de informações para especialistas.

Sabendo das vantagens da implantação do prontuário eletrônico do paciente na rotina da prática clínica, é fundamental buscar softwares que tenham um custo benefício favorável para os gestores.

Automatização do cadastro dos pacientes

A automatização de cadastro dos pacientes é uma opção promissora para instituições de qualquer porte, desde que bem executada por uma equipe treinada e coesa com os objetivos dessa ação.

Para tanto, é necessário entender que a automatização do cadastro precisa ser vantajosa para a otimização dos processos, considerando inclusive o número de pacientes atendidos e o custo dessa empreitada.

Por isso, os gestores devem analisar previamente os benefícios clínicos, econômicos e gerenciais além de incluir os custos com capacitação e manutenção do software contratado.

A tecnologia como norteadora dessa atividade

Otimizar os processos significa obter resultados confiáveis em menor tempo, proporcionar economia de recursos financeiros sem influenciar na qualidade da assistência e buscar novas formas de melhorar os serviços prestados.

Nesse sentido, observa-se que a evolução dos recursos tecnológicos associados ao maior conhecimento técnico e administrativo dos gestores trouxe oportunidades que antes não se vislumbravam.

Sendo assim, a inovação da maioria dos serviços clínicos se deu concomitantemente à evolução nos recursos tecnológicos, trazendo também oportunidades para otimizar o diagnóstico, a terapêutica e o acompanhamento de pacientes.

A otimização de processos em hospitais é uma meta técnico-gerencial que deve ser buscada dentro das instituições, utilizando de técnicas adequadas e eficientes, capacitação contínua das atividades, entre outras ações, desde que sempre promovam o bem-estar do paciente, melhorando a qualidade de vida ou diminuindo as complicações decorrentes de uma condição clínica.

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Allana Peixoto|
08/12/2021

O uso da telemedicina é uma inovação em saúde e vem sendo explorado de forma crescente, principalmente devido a pandemia da COVID-19, influenciando significativamente na assistência clínica e na prestação de serviços médicos.

Devido a essa nova emergência em saúde pública, as atividades clínicas virtuais foram incorporadas rapidamente, trazendo benefícios clínicos, humanísticos e econômicos para todo os envolvidos.

Diante disso, diversas pesquisas estão demonstrando um diagnóstico situacional sobre a percepção dos pacientes quanto ao uso da telemedicina e quais modificações devem ser feitas a partir dessa análise.

Quer saber mais sobre a percepção dos pacientes quanto ao uso da telemedicina? Então, fique por aqui e reflita sobre isso!

De que forma a pandemia da COVI-19 afetou a telemedicina no Brasil?

Estamos vivenciando um momento epidemiológico sem precedentes na história da medicina e da humanidade, com a grande diferença de estarmos atualizado sobre essas questões em tempo real, devido aos avanços tecnológicos.

Antigamente, a sociedade era dizimada e somente depois era possível entender as causas e lidar com as consequências. No mundo de hoje e em decorrência desse cenário, muitas necessidades foram reavaliadas e outras foram inseridas na sociedade.

Se resgatarmos historicamente as grandes epidemias que assolaram diversa populações, não tínhamos os recursos para disseminar as informações preventivas e curativas, nem os fundamentos científicos para orientar adequadamente os profissionais médicos.

Sabemos no entanto, que a telemedicina já era uma demanda latente e que a pandemia adiantou esse processo, tanto para os profissionais quanto para os paciente. Por isso, conforme aponta Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina saúde digital, da Maida Health, houve um aumento de 1800 a 2000% no uso da telemedicina.

Como tem sido a recepção de pacientes mais recentes sobre a telemedicina?

Como toda nova experiência é comum um período de adaptação, levantamento dos prós e contras e principalmente adequação ao uso da telemedicina no Brasil, nas mais diversas modalidades.

Para aqueles que estão com receio de sair de casa e ser exposto ao risco de contaminação pela COVID-19, esse é um ponto bem atrativo para se render á telemedicina. Outras pessoas apontam a eliminação do tempo de deslocamento ao consultório, objetividade nos atendimentos virtuais, menor custo, entre outras questões.

De acordo com Dr. Luciano Cunha, as pesquisas demonstram um índice de satisfação em torno de 85 a 90%, porém ele ressalta que esse intervalo não se traduz necessariamente em uma ótima experiência.

Isso porque, existem diversos fatores que influenciam na avaliação da experiência, que vão desde a questões externas como a conexão da internet, por exemplo, até a forma de interação do profissional.

Nesse sentido, o uso da tecnologia deve ser complementar a relação terapêutica de confiança que será formada entre médico e paciente, para além das ferramentas virtuais existentes.

Como os médicos e hospitais podem atuar para que a percepção e benefícios da telemedicina sejam ainda maiores?

Os benefícios clínicos, humanísticos e econômicos são notórios, porém depende de todos os envolvidos. Sendo assim, se percebe menor tempo para disponibilização de exames online, mais orientação e encaminhamento dos médicos em caso de teletriagem, possibilidade de implantar o Tele AVC além do acompanhamento eficiente de pacientes que sofrem de doenças crônicas.

Esse resultados se refletem em menor custo dos procedimentos, maior interação dos profissionais com o pacientes, que devem prezar pela humanização do entendimento e podem refletir em mais adesão as condutas terapêuticas.

No entanto, Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina saúde digital, da Maida Health, enfatiza que os médicos e as instituições de saúde devem ofertar os serviços e ao mesmo tempo educar os pacientes em relação as vantagens desse serviço, além de demonstrar a segurança dos atendimentos pelos meios virtuais.

Como a tecnologia pode auxiliar em proporcionar esse bem estar ao paciente e resultados desejados?

Os recursos tecnológicos são muitos para proporcionar um ambiente seguro e adequado as diversas modalidade da telemedicina, além de proporcionar agilidade e eficiência na entrega dos resultados.

Sendo assim, conforme aponta Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina saúde digital, da Maida Health, a tecnologia pode ajudar sendo a mais transparente possível, simples e intuitiva para o paciente, de forma a facilitar a implantação plena.

Por isso é fundamental escolher as ferramentas tecnológicas mais condizentes com os serviços, monitorar os recursos de segurança digital e trazer um panorama para atrair novos pacientes ao uso da telemedicina.

Também é interessante treinar os profissionais sobre o atendimento virtual e como lidar com o paciente nesse ambiente, considerando as limitações em relação ao diagnóstico e a avaliação sintomática do indivíduo.

Quais são as expectativas para a telemedicina no futuro?

A expectativa é que a telemedicina tenha um crescimento estável em sua utilização, com fortalecimento de seus pilares, conforme prevê Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina saúde digital da Maida Health, principalmente relacionados a educação, tecnologia, pessoas e processos.

Dessa forma, espera-se um modelo híbrido de funcionamento, otimizando as atividades para todos os envolvidos e fornecendo a mesma qualidade na assistência, considerando as limitações da falta de contato físico.

Contudo, é fundamental buscar empresas que integram os recursos tecnológicos para viabilizar os serviços, de forma prática, econômica e eficiente ao atendimento do paciente em questão.

 Quais são as soluções e suporte em telemedicina da Maida Health?

 Considerando os preceitos da telemedicina, que encurta distâncias geográficas por meio da tecnologia e dos serviços que podem ser prestados, como teletriagem, emissão de exames online, entre outros é fundamental selecionar os mais adequados a demanda do público alvo.

Nesse sentido, a Maida.health tem a capacidade de implantar a telemedicina de maneira estratégia, analisando as variáveis dos processos para garantir a melhor experiencia ao paciente.

Também investe em educação constante, avaliação de indicadores de desempenho e segurança além de fornecer capacitação aos clientes que usarão as diversas funcionalidades da plataforma.

O uso da telemedicina vem se expandido e aprimorando aos poucos, todavia teve sua relevância em virtude da situação epidemiológica decorrente da pandemia da COVID-19 que muitas localidades. Ao mesmo que houve uma grande demanda nessas modalidades, também se observou uma percepção positiva, sendo o primeiro passo para aprimorar as atividades bem sucedidas e modificar as demandam atenção.

E você, o que achou do nosso texto? Ficou interessado em conhecer mais os serviços de telemedicina? Então, entre em contato conosco e obtenha mais detalhes!

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Allana Peixoto|
08/12/2021

Manter o equilíbrio da saúde mental hoje em dia é uma tarefa desafiadora, devido às grandes provações que temos que lidar diariamente nos últimos tempos nas relações pessoais e profissionais.

Além disso, em decorrência da situação epidemiológica vivenciada no mundo inteiro, muitas pessoas que antes não apresentavam sintomas emocionais estão desenvolvendo a chamada fadiga pandêmica, constituindo um desafio para os profissionais da assistência.

Diante desse cenário, a demanda por consultas com psiquiatras, psicológicos e outros profissionais que lidam indiretamente com essas consequências aumentou vertiginosamente, além do grande consumo de psicotrópicos.

Por isso, faremos uma análise sobre como cuidar da saúde mental com o uso da telemedicina. Acompanhe conosco!

Como a saúde mental pode afetar a saúde física das pessoas, em especial durante a pandemia?

A inter-relação entre mente e corpo ainda é bastante estudada pelos pesquisadores no assunto. Já se sabe, por exemplo, que o estresse crônico pode induzir a baixa imunidade e, consequentemente, favorecer o aparecimento das doenças.

Conforme acrescenta o Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina e saúde digital da Maida.health, a saúde mental sabidamente induz problemas cardiovasculares e até mesmo patologias gastrointestinais. Isso significa maior probabilidade de desenvolver infartos, úlceras e outros transtornos devido às descargas hormonais anormais causadas pelas doenças psiquiátricas não tratadas.

Além disso, o Dr. Luciano Cunha ressalta que as patologias mentais são responsáveis pela elevação de custos em saúde, como aumento do número de internações devido aos surtos, diminuição da capacidade laboral etc.

Outro ponto fundamental que estamos vivenciando com a pandemia é que o distanciamento social favoreceu o aparecimento da ansiedade e depressão, pois privou grande parte da sociedade do convívio com entes queridos e amigos.

A fadiga pandêmica, caracterizada como um conjunto de sintomas físicos e psicológicos em virtude do cenário epidemiológico vivenciado atualmente, proporciona cansaço, falta de concentração, irritabilidade, surtos de ansiedade e outros sintomas nos indivíduos diagnosticados.

Por meio da telemedicina, como o cuidado com a saúde mental pode ser realizado?

A telemedicina é uma inovação tecnológica em saúde que cresceu substancialmente devido à pandemia. Muito embora já existisse em alguns nichos de atuação, atualmente demandou o desenvolvimento de novas ferramentas para suprir uma demanda crescente nesse momento.

Ademais, como pondera o diretor de telemedicina e saúde digital da Maida.health, muito antes da pandemia, a telemedicina já era utilizada pela psicologia no Brasil, principalmente para a avaliação e o acompanhamento de pacientes.

Os resultados de estudos em telepsicologia têm demonstrado que o ambiente virtual proporcionado pela telemedicina pode ser, às vezes, melhor do que uma consulta presencial, na percepção do paciente.

Isso significa não somente mais efetividade e adesão ao tratamento proposto, como redução de custos operacionais para os profissionais de saúde e, consequentemente, para o paciente em questão.

Quais são as vantagens da telepsiquiatria e da telemedicina nesse contexto?

Primeiramente, é importante mencionar que a telemedicina no Brasil é respaldada pela Lei Federal nº 13.989/2020, que determinou as formas de atendimento ao paciente em decorrência do cenário da pandemia de COVID-19.

Nesse sentido, as vantagens para implantação da telepsiquiatria e telepsicologia são notáveis para os profissionais e pacientes, tais como ampliação do horário de atendimento, eliminação dos custos e do tempo para deslocamento até os consultórios etc.

Adicionalmente, conforme observa o Dr. Luciano Cunha, diversos casos, como transtorno de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo e transtorno de ansiedade generalizado, podem ser mais bem tratados por meio da telemedicina, de maneira muito eficaz.

Como a tecnologia tem modificado a telemedicina?

Os recursos tecnológicos disponíveis atualmente permitem a visualização e a comunicação com o paciente em tempo real, o envio de exames por aplicativos de mensagens e o acompanhamento do prontuário eletrônico de forma virtual.

Isso significa, conforme conclui o diretor de telemedicina e saúde digital da Maida.health, que as tecnologias digitais, principalmente com o uso da telemedicina, têm permitido aos pacientes um cuidado mais confortável e humanizado também quando se trata de saúde mental.

Ele ainda aponta que diversas patologias dificultam a saída dos pacientes de suas residências, além da vida agitada e cheia de compromissos, em que muitos desistem de um acompanhamento presencial alegando falta de tempo.

Sendo assim, os recursos utilizados na telemedicina, além dos softwares para sistema de informações em saúde e plataformas para armazenamento de dados do prontuário, devem contar também com a capacitação dos profissionais para lidar com essa modalidade.

Muitos profissionais estão desenvolvendo técnicas de abordagem virtual e orientação ao paciente para análise e acompanhamento dos sinais e sintomas apresentados, além do envio de informações clínicas captadas pelos aplicativos de saúde.

Quais são as tendências da saúde mental via telemedicina?

Cuidar da saúde mental é uma necessidade nos dias de hoje, tanto pelo autoconhecimento quanto pelo controle das doenças já diagnosticadas, evitando, assim, o surto ou a exacerbação dos sintomas.

Considerando também os desafios pessoais enfrentados atualmente, com a perda de um ente queridos subitamente para a COVID 19, o desemprego, a falta de perspectivas quanto à saúde na pandemia e outros dilemas atuais, a procura pela telemedicina é uma alternativa consistente para lidar com essas questões.

Os impactos da pandemia serão mensurados ao longo dos anos, porém, já se observam grandes mudanças nas questões emocionais dos indivíduos, tanto pelo medo irracional de se infectar com o coronavírus quanto pelas consequências que ele pode trazer à família.

Dr. Luciano da Cunha cita um estudo realizado nos Estados Unidos em 2018, em que mais de 50% das teleconsultas realizadas nesse período estavam relacionadas à saúde mental, e ainda não havia sido decretada a pandemia.

Com a demanda crescente e emergencial pelas consultas virtuais, a garantia de ter segurança digital para operacionalizar a telemedicina e a facilidade de sua implantação, é possível que a porcentagem de atendimento tenha um salto significativo ao final de 2021.

A saúde mental nunca foi tão discutida quanto nos dias atuais. Os desafios enfrentados pela pandemia trouxeram novas angústias e alterações emocionais significativas que perdurarão por muito tempo. Felizmente, com o advento da telemedicina, está sendo possível tratar os pacientes por meio da telepsiquiatria e telepsicologia de modo eficiente e seguro, a fim de trazer conforto e autoconhecimento para as aflições desenvolvidas.

E você, ficou interessado nesse assunto? Então, entre em contato conosco se quiser mais detalhes!

Allana Peixoto|
08/12/2021

Maida.health, que faz parte do Sistema Hapvida, também apoia e fortalece o compromisso com os direitos humanos, pois iniciativas como essa, promovem transformações inovadoras e oportunidades para todos.

Ter consciência da importância de contribuir com o meio ambiente e com a responsabilidade social são diretrizes do Sistema Hapvida. Desta forma, a companhia se tornou signatária dos selos ONU Mulheres, Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ e da Rede Empresarial de Inclusão Social (REIS), contribuindo para as melhores práticas de governança. Empresa está comprometida com os direitos humanos e com a agenda 2030 dos Objetivos Sustentáveis da ONU

No mundo corporativo, o conceito ESG (Environmental, Social and Governance) ou ASG (Ambiental, Social e Governança, em tradução) é um compromisso que as companhias assumem a longo prazo para contribuir com a sustentabilidade da empresa através de práticas internacionais.

De acordo com Ricardo Mota, Gerente Sênior da área de Gente, Gestão e Diversidade do Sistema Hapvida, fazer parte dessas organizações fortalece a atuação da companhia, especialmente na promoção do Social, do ESG. “Não é sobre instrumentalizar as pessoas, e sim sobre humanizar as relações. Essas iniciativas nos orientam, nos guiam e priorizam as ações, mas a mudança de verdade nasce dentro de cada um. Trazer para a consciência a importância do respeito e a valorização das diferenças aumenta as chances de termos ambientes livres de pré-conceitos e melhoram os resultados e engajamento das pessoas”, destaca.

Majo Campos, Vice-Presidente da área de Gente, Gestão e Diversidade, ressalta que ser signatário “não significa que realizamos todos os compromissos estabelecidos, mas, sim, que estamos prontos para aprender e fazer a transformação que queremos em nossa empresa contribuindo, assim, para uma sociedade mais justa e de oportunidade as pessoas”.

Para a empresa, a intenção é fazer valer a declaração dos Direitos Humanos, que diz: “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”. Por isso, esse novo passo da empresa requer responsabilidades, cumprimentos de metas e promoção de ações afirmativas que estejam em linha com as necessidades das pessoas para o crescimento sustentável da empresa e evolução como sociedade.

“Não mudamos o passado mas construímos o futuro, e esta construção é necessariamente coletiva. Estaremos ao lado de grandes organizações que estão nesta jornada há mais tempo para dividirmos experiências e somar ações, afirma Ricardo, e completa que a empresa promove encontros, treinamentos, cartilhas de orientações e formação para seguir nesta transformação social.

Conheça as organizações:

*ONU Mulheres: https://www.onumulheres.org.br/
*Fórum de Empresas e Diretos LGBTI+: https://www.forumempresaslgbt.com/
* REIS https://www.redeempresarialdeinclusao.com/

Allana Peixoto|
08/12/2021

O telemonitoramento de doenças crônicas ganhou espaço como forma de viabilizar o isolamento social em um contexto pandêmico. Vários pacientes, muitas vezes mais vulneráveis a doenças virais, puderam ficar em casa mantendo o acompanhamento médico. No entanto, essa não é uma alternativa temporária.

A pandemia apenas acelerou a adoção dessa e de várias outras tecnologias, não só na área da saúde. Estamos falando de um recurso importantíssimo para a qualidade de vida do paciente, a diminuição dos custos assistenciais e a frequência dos atendimentos de urgências, que sabemos que são onerosos e incômodos ao paciente.

Para esclarecer as principais dúvidas sobre telemonitoramento em casos de doenças crônicas, entrevistamos o Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina e saúde digital da Maida.health. Acompanhe!

O que é o telemonitoramento?

O telemonitoramento é o acompanhamento e o gerenciamento de condições clínicas de um paciente (em estado crônico, considerando o tema deste post). Para executá-lo, são adotadas práticas específicas e recursos inovadores disponibilizados por meio de tecnologias digitais, como wearables, biossensores e plataformas de telemedicina — estas, para permitir a interação entre os profissionais e os pacientes.

O telemonitoramento ajuda os profissionais da saúde na prevenção e no cuidado de pacientes sujeitos a complicações clínicas graves, se não observados continuamente. Desse modo, evita internações e, em consequência, humaniza o atendimento.

Ainda que o contato seja remoto, fica mais fácil para o profissional se aproximar do paciente, observar a rotina dele e os efeitos do comportamento assumido na condição de saúde. “Assim, é possível estimular o engajamento dos pacientes no seu próprio cuidado, aplicando medidas educativas”, destaca o Dr. Luciano Cunha.

A rotina do telemonitoramento

A rotina de um programa de telemonitoramento é baseada nos anseios e nas aspirações do paciente, criando uma base sólida de confiança e respeito à individualidade — sem intrusões.

Seguindo um cronograma de relacionamento, os profissionais interagem de maneira síncrona ou assíncrona com esses indivíduos, perguntando sobre seus status de saúde, sintomas e sinais clínicos, por exemplo. A partir disso, podem orientar condutas de acordo com a evolução clínica.

Vale ressaltar também a importância do treinamento específico para o trabalho remoto, fundamental para estruturar uma rotina satisfatória e humanizada.

A escolha dos beneficiários

Geralmente, a escolha dos pacientes de telemonitoramento parte de uma avaliação da base populacional dos potenciais participantes. Para iniciar o programa, são então escolhidos prioritariamente aqueles com doenças crônicas que estão mais descompensados.

O processo adotado costuma envolver o levantamento das informações na base de dados, aplicação de questionários ou o simples encaminhamento feito por um médico.

Qual a importância do telemonitoramento nas doenças crônicas?

O monitoramento remoto sempre teve importância para manter pacientes crônicos mais bem cuidados e em condições clínicas controladas. Contudo, ele se tornou ainda mais relevante no período de pandemia, uma vez que o distanciamento físico para evitar o contágio pelo coronavírus também se caracteriza como uma forma de cuidado.

Nesse contexto, os gestores perceberam no telemonitoramento a oportunidade de controlar a condição de pacientes crônicos com eficiência. Tal prática evita internações, reinternações e complicações clínicas, além de atendimentos de urgência e todos os custos relacionados a cada um desses eventos, o que poupa recursos valiosos em um momento tão delicado. Sendo assim, o Dr. Luciano Cunha resume os benefícios em:

  • melhor controle de doenças crônicas;
  • menor incidência de complicações;
  • diminuição de internações;
  • menor procura por serviços presenciais, quando eles não são necessários;
  • diminuição dos custos assistenciais e de atendimentos de urgência;
  • melhor qualidade de vida para o paciente crônico.

Quais os impactos da tecnologia mobile no manejo de doenças crônicas?

As tecnologias mobile na saúde (mhealth) permitem que profissionais e pacientes interajam a qualquer hora, em qualquer lugar. “Isso evita, por exemplo, a necessidade de criação de centrais complexas e onerosas de telemonitoramento. Tablets, smartphones e notebooks funcionam tranquilamente para esse tipo de serviço”, explica o Dr. Luciano Cunha.

Com a implantação do 5G, podemos esperar avanços importantes na telemedicina, uma vez que será possível aumentar consideravelmente a troca de dados. Ou seja, mais pessoas poderão compartilhar um número maior de dados com segurança, privacidade e agilidade, pois a capacidade de transmissão será ampliada.

Quais as tendências do telemonitoramento no Brasil?

As tecnologias usadas na saúde digital têm alavancado os serviços de telemonitoramento de pacientes com doenças crônicas. Dentre elas, o Dr. Luciano Cunha destaca:

  • biossensores wearables: ajudam a monitorar os sinais vitais dos pacientes com maior precisão, fornecendo dados de maneira síncrona ou assíncrona; contribuem também com a tomada de decisão dos profissionais envolvidos, que podem responder com ações mais específicas, definidas conforme o quadro clínico apresentado;
  • serviços de mensageria/chat: esse tipo de canal ajuda a solucionar dúvidas dos pacientes com agilidade e segurança de informação;
  • plataformas de teleconsulta: oferecem interação por áudio e vídeo, emissão de laudos e receitas com certificado digital, além de facilitarem os atendimentos multidisciplinares.

Essas tecnologias associadas à transformação digital na saúde nunca foram tão experimentadas como nos últimos meses. “Com os resultados animadores que temos visto, há uma forte tendência de crescimento do telemonitoramento no Brasil e no mundo”, aponta o Dr. Luciano Cunha.

Para entender o impacto que o crescimento esperado pode ter, é preciso observar o cenário a partir de uma visão ampla e sistêmica, pois as possibilidades de compartilhamento de dados oferecem perspectivas impressionantes.

Ou seja, podemos e devemos pensar no telemonitoramento individualmente, do ponto de vista de um paciente crônico, mas também é possível focar o olhar em dados compilados e comparados de pacientes espalhados pelo mundo.

Estudos clínicos randomizados são mais facilmente aplicados e os resultados podem ser apurados com mais agilidade, precisão e segurança. Recursos como a inteligência artificial poderão ser usados para processar dados e entregar relatórios de um modo que ainda não experimentamos.

Contudo, por experiência, podemos dizer que o sucesso desse tipo de iniciativa jamais dependerá exclusivamente da tecnologia. A Maida.health oferece tecnologia mobile, intuitiva e de uso fácil, mas os projetos dependem das pessoas para serem bem-sucedidos.

Nesse sentido, o Dr. Luciano Cunha reforça o valor da atuação de uma equipe multidisciplinar dedicada a programas de telemonitoramento, com profissionais treinados na interação por telemedicina. “É como operamos e tem funcionado com resultados que superam as expectativas mais otimistas”, completa.

Portanto, para planejar e implantar o telemonitoramento de doenças crônicas, saiba que pode contar com a expertise, o comprometimento e a dedicação da nossa equipe. Entre em contato e conheça as nossas soluções!