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Conteúdos para transformar o seu modo de usar e gerenciar sistemas de saúde.

Allana Peixoto|
20/09/2021

O exame físico na telemedicina pode ser um desafio para muitos profissionais, porém, com as inovações nos recursos tecnológicos, está cada vez mais próximo apurar os parâmetros fisiológicos do paciente e oferecer um atendimento de excelência.

Por isso, primeiramente é fundamental avaliar as condições em que se implantará a telemedicina, como será viabilizado o exame físico no paciente e quais são os benefícios dessa integração.

Em seguida, é interessante acompanhar os indicadores de efetividade dessa implantação, ponderar e readequar as dificuldades encontradas e traçar planos terapêuticos exequíveis para os pacientes.

Quer saber mais sobre como funciona o exame físico na telemedicina? Então, continue a leitura e fique por dentro!

Qual é a importância da telemedicina?

Considerando a telemedicina como uma proposta de encurtamento das distâncias geográficas para ampliação da assistência clínica, entende-se que essa modalidade tem condições eficazes de se manter na preferência dos brasileiros.

Somando isso ao contexto da pandemia da COVID-19 e dos impactos que esse fenômeno epidemiológico causará na humanidade nos próximos anos, espera-se um grande crescimento e oportunidades de atuação para os profissionais clínicos.

Destaca-se também que, conforme apontado pelo Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina e saúde digital da Maida.health, todas as especialidades médicas e não médicas podem atender via telemedicina. Tudo dependerá da experiência e conhecimento do profissional e da jornada em que o paciente se encontra, desde seu diagnóstico até o tratamento.

Como funciona o exame físico na telemedicina?

É importante esclarecer que o exame físico realizado na telemedicina é chamado de telepropedêutica, mas ainda é pouco conhecido pelos médicos, conforme observa o Dr. Luciano Cunha.

Para tanto, ele exemplifica duas formas de realizar a telepropedêutica. Veja abaixo.

Orientações de manobras para o paciente ou acompanhante

Nessa situação, os profissionais solicitam que esses indivíduos executem pequenos movimentos ou apurem alterações fisiopatológicas que auxiliarão no diagnóstico. Aferições simples de temperatura corporal e orientações médicas para o paciente tossir a fim de apurar a existência de secreção são algumas ações que servem de exemplo.

Utilização de equipamentos específicos com possibilidade de interação a distância

Nesse contexto, é plausível verificar os parâmetros vitais por meio de relógios inteligentes, que monitoram glicemia, frequência cardíaca e outros aspectos que podem ser compartilhados com os médicos por mensagens instantâneas. Estetoscópios bluetooth, câmeras especiais com otoscópios e dermatoscópios que auxiliam na apuração dos sinais e sintomas dos pacientes são outros dispositivos úteis.

Como a telepropedêutica pode ajudar o profissional a realizar um exame físico direcionado?

Com as ferramentas tecnológicas existentes, a telepropedêutica pode ajudar o médico a examinar o paciente utilizando uma metodologia adaptada à realidade da telepresença, conforme relata o Dr. Luciano Cunha.

Também é interessante observar que os recursos tecnológicos utilizados nesse contexto são mais sensíveis e específicos, proporcionando confiança na construção de um diagnóstico mais preciso e seguro ao paciente.

Consequentemente, a confiabilidade na telemedicina aumenta e atrai novos adeptos, que já vislumbraram as vantagens em relação ao menor custo, disponibilidade integral do profissional durante a consulta e eliminação do deslocamento físico até o consultório.

Quais são as especialidades de uma plataforma de telemedicina?

Conforme regulamentado pela Lei Federal 13.989, de 15 de abril de 2020, a telemedicina pode ser executada por diversas especialidades médicas, desde que a integração virtual com o paciente seja possível.

Além disso, na referida legislação, existem as condições provisórias para ampliação da telemedicina devido ao cenário epidemiológico decorrente da contaminação pela COVID-19, o que suscitou novas modalidades de atendimento virtual.

Nesse sentido, o Dr. Luciano Cunha orienta que a plataforma de telemedicina deve permitir aos pacientes e profissionais de saúde a interação no meio digital, dentro de um ambiente seguro e de rastreabilidade das ações, obedecendo também as regras de proteção de dados.

No entanto, para efeitos de efetividade e organização das consultas virtuais, é interessante que as plataformas otimizem anotações em prontuário eletrônico, para facilitar a telepropedêutica.

Quais são as soluções que uma plataforma deve oferecer?

As empresas que investirem nesse nicho, além da segurança e otimização das informações veiculadas, devem oferecer funcionalidades adequadas e compatíveis com os programas de telemedicina.

Um exemplo bem-sucedido de empresa que proporciona o atendimento por telemedicina é a Maida.health, que viabiliza para as empresas solicitantes os mais diversos programas de telemedicina e saúde digital, desde teleconsulta de urgência até telemonitoramento de doentes crônicos.

Devido ao leque de opções fornecidas aos potenciais clientes e à facilidade de utilização das ferramentas da plataforma, observa-se grande interesse dos profissionais de saúde nessa inovação.

Qual a diferença entre telemedicina, telessaúde e e-Saúde?

Para entender a complexidade dos serviços virtuais, as funcionalidades de cada um e como funciona o exame físico na telemedicina, é fundamental avaliar os principais conceitos e como eles serão aplicados no cotidiano do médico e do paciente.

Inicialmente, considera-se o e-Saúde, aplicativo desenvolvido pelo DATASUS que provê informações sobre a saúde do cidadão. Por meio do cartão nacional do SUS e dos serviços clínicos gratuitos oferecidos à população, esse aplicativo traz um diagnóstico sobre o acesso aos serviços, exames e demais dados de interesse ao gestor e profissional de saúde.

Com o e-Saúde também é possível integrar os dados dos pacientes com o histórico já compilado, trazendo funcionalidades como direcionar o indivíduo conforme sua localidade ao serviço mais próximo à demanda.

Já a telessaúde é um conjunto de atividades que tem como peça fundamental o uso de inovações tecnológicas, que abarcam desde os serviços de telemedicina até aqueles voltados para a teleducação.

Sendo assim, otimiza tanto o atendimento aos pacientes quanto a capacitação dos profissionais de saúde por meio de videoconferências, discussão de casos clínicos complexos de forma virtual, entre outras possibilidades.

Diante disso, a telemedicina é um dos ramos da telessaúde, avaliada por meio de teleconsulta, emissão de laudos online, telestroke, teletriagem, teleassistência e vigilância epidemiológica, pautados nos princípios da eficácia e eficiência dos serviços prestados.

Saber como funciona o exame físico na telemedicina é um passo importante para entender como viabilizá-lo para os pacientes da maneira mais adequada. Diante disso, é possível compreender as diversas funcionalidades da telemedicina, que será amplamente viabilizada nas plataformas que propiciam o atendimento efetivo, seguro e conveniente para os profissionais de saúde e o paciente, além de demonstrar nítida redução de custos operacionais.

E você, ficou interessado em plataformas que otimizam a telemedicina? Então, entre em contato conosco que daremos mais detalhes!

Allana Peixoto|
20/09/2021

A pandemia desencadeada pelo novo coronavírus fez com que mais pessoas procurassem os serviços de saúde suplementar. De acordo com dados do governo, somente no primeiro semestre de 2021, o número de usuários cresceu mais em mais de 600 mil, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Nesse cenário, garantir uma boa gestão de operadoras de saúde eficiente é fundamental para a prestação de um bom serviço.

Ou seja, é preciso garantir a assistência médica adequada ao paciente e equilibrar as contas da operadora ao mesmo tempo. Mas engana-se quem pensa que fechar essa conta é fácil. É necessário agir com estratégia para cobrir um número crescente de usuários, garantindo também a reputação e a atratividade da saúde suplementar.

Ficou curioso e quer saber mais sobre a relação entre gestão de operadoras de saúde e a qualidade dos serviços prestados? Então, continue a leitura!

Em que consiste uma gestão eficiente de operadoras de saúde?

Garantir uma assistência de qualidade e adotar medidas com o objetivo de reduzir os custos são os maiores desafios da gestão de operadoras de saúde, mas também é algo fundamental para garantir a sustentabilidade da instituição.

Para tanto, é preciso promover a cultura de utilização adequada dos recursos disponíveis, conscientizando os usuários de que eles podem se tornar cada vez mais escassos.

Além do recurso da telemedicina, que proporciona atendimento de qualidade a distância e pode, inclusive, tirar o grande fluxo de pacientes das clínicas e hospitais, é preciso promover ações que promovam a gestão integrada, por exemplo, a medicina preventiva.

Para todos os possíveis contextos, a tecnologia tem se apresentado como a melhor aliada, pois além de atender as demandas dos beneficiários, ainda promove uma visão mais estratégica acerca dos negócios.

Assim, os recursos tecnológicos também podem ser usados para educar os beneficiários, colaborando com a redução da sinistralidade, fator que também merece a atenção dos gestores, com o objetivo de fazer a integração com os recursos disponíveis, sem aumentar os custos.

Quais são os maiores gargalos das operadoras de planos de saúde?

Otimizar custos e oferecer um bom atendimento aos beneficiários é a receita de sucesso para qualquer operadora de saúde. No entanto, isso nem sempre é fácil, não é mesmo?

Para ajudar você, separamos os três maiores gargalos das operadoras de saúde para você conhecer. Acompanhe!

1. Muita liberdade de escolha para o usuário

Na ânsia de oferecer uma rede ampla de atendimentos, muitas operadoras acabam deixando nas mãos do usuário a responsabilidade pela escolha de onde será atendido, e questão é, sem dúvidas, o maior causador de gargalos na gestão dos planos.

Com uma gestão mais enxuta e focada em acompanhamento individual e programas de prevenção, esses problemas podem ser sanados.

2. Falta de registro histórico de pacientes

A falta de acompanhamento leva à inexistência de registro histórico de pacientes. Com isso, a operadora não consegue prever a sinistralidade, fator que influencia diretamente nos custos. Uma rede de atenção primária pode ajudar a resolver essa questão.

3. Desperdício

Parece mentira, mas o desperdício é o maior gargalo das operadoras. Isso acontece por causa da necessidade de disponibilizar muitos profissionais, mesmo para baixas demandas, devido a um grande leque de serviços disponibilizados. Além disso, deixar a responsabilidade para o usuário escolher a rede de atendimento também é uma das causas do desperdício nas operadoras dos planos de saúde.

Como garantir uma boa gestão das operadoras de saúde?

Agora que você já tem uma boa noção sobre a importância da gestão de operadoras de saúde, veja como garanti-la com as dicas abaixo!

Tenha um planejamento adequado e controle de processos

Adotar um planejamento adequado o ajudará a controlar melhor os processos e também a definir quais são os objetivos a serem alcançados, além de estabelecer como isso será feito.

Quando a questão são as operadoras de saúde, é necessário pensar em como os serviços serão oferecidos, otimizando os custos.

Afinal, mesmo que a intenção seja assegurar o atendimento de qualidade, não significa que isso não possa ser feito com inteligência, encurtando o caminho para disponibilizar especialistas, por meio da telemedicina, por exemplo.

Utilize a tecnologia ao seu favor

A tecnologia também é muito útil no setor da saúde, visto que auxilia na otimização dos processos, promove a redução de custos e evita o retrabalho.

Nesse sentido, poder contar com um sistema de gestão eficiente é fundamental para melhorar os processos, que vão desde prontuários eletrônicos até laudos a distância.

Além disso, o sistema de gestão também deve ser considerado nos processos administrativos e burocráticos da operadora. Com a ferramenta certa, é possível aproveitar melhor o tempo e os recursos, além de agilizar o atendimento de pacientes e ter um maior controle das finanças da operadora, facilitando a sua auditoria.

Adote indicadores de qualidade

Os indicadores de qualidade na área da saúde são fundamentais para que o gestor possa avaliar o andamento dos processos, ou seja, verificar se o que foi planejado está sendo executado e trazendo os retornos esperados.

Além disso, ao criar e implementar os indicadores mais aderentes à sua operadora de saúde, fica mais fácil fazer uma gestão baseada em dados e corrigir estratégias a tempo de evitar danos maiores à instituição e a seus usuários.

Nesse cenário, é preciso tornar os indicadores de qualidade aliados e estudar como eles podem impactar a assistência à saúde e, como consequência, o sucesso da sua gestão.

Como o iHealth pode ajudar na gestão eficiente das operadoras de saúde?

Solução inovadora para o mercado das operadoras de saúde, o iHealth é uma ferramenta desenvolvida para criação, reengenharia e gestão de operadoras de saúde e autogestões públicas.

O iHalth é guiado por inteligência artificial, o que assegura uma maior eficiência operacional e concomitantemente promove a redução dos custos assistenciais, otimizando toda a operação da gestão de saúde.

Assim, ao ter uma visão maior acerca dos processos de gestão de operadoras de saúde, fica mais fácil pensar em quais são as melhores soluções a serem implantadas, a fim de oferecer um serviço de qualidade aos usuários, ao mesmo tempo em que a gestão garante a sustentabilidade dos planos de saúde.

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Allana Peixoto|
20/09/2021

A governança em telessaúde depende de nossa capacidade e disposição em reaprender sobre algumas premissas que carregamos sobre gestão da saúde. É um campo novo, cheio de particularidades, desafios e reflexões éticas a serem feitas.

Questões como até onde pode ir o atendimento remoto e no que ele é imprescindível precisam ser respondidas, para que a telessaúde encontre o equilíbrio entre a universalização do acesso à saúde e a qualidade do atendimento.

Afinal, como trilhar esse caminho? É o que pretendemos responder para você com este post.

Acompanhe!

A Telessaúde abrange a telemedicina

Para começar, vamos conceituar essas duas áreas e estabelecer a diferenças entre elas. Pois bem, o que diferencia a telemedicina é que ela envolve diretamente o exercício da profissão, portanto, a atuação médica. Como exemplos de aplicação, podemos usar a teleconsulta e o telediagnóstico, que são subáreas da telemedicina.

A telessaúde é ainda mais abrangente e se caracteriza pela aplicação de tecnologia de comunicação em áreas acessórias da medicina, envolvendo vários profissionais de saúde além dos médicos. Ela também é aplicada em diversos níveis de atuação, desde a atenção primária até os secundários e terciários, incluindo a logística em saúde.

A importância da governança em telessaúde

Com o exemplo recente de algumas importantes demandas geradas pela pandemia, fica explícita a importância da logística e de toda a estrutura de apoio ao trabalho dos médicos.

A mesma lógica transportada para o atendimento remoto fica igualmente evidente com base nas definições do tópico anterior. Afinal, a telessaúde inclui recursos fundamentais para estruturar a telemedicina.

A gestão de equipes remotas envolve tarefas e particularidades muito distintas das necessárias às interações presenciais. Os processos precisam ser ajustados para garantir que os benefícios sejam aproveitados, por exemplo, melhorando a experiência dos pacientes.

Nesse contexto, pacientes e profissionais percebem uma melhora substancial da experiência de contato com o sistema de saúde, que se torna menos burocrático, com menos perda de tempo e mais confortável.

Outro ponto, dessa vez com impacto, inclusive, nos custos assistenciais, é no qual os pacientes são avaliados, triados e examinados pela telemedicina e só prosseguem para consultas presenciais se necessário, evitando superlotação de clínicas, hospitais e ambulatórios.

A governança da telessaúde pode prever procedimentos capazes de evitar consultas com especialistas não indicados, comparecimentos para atendimentos de urgência desnecessários e outras ocorrências que, quando fazem parte da rotina de atendimento, não beneficiam ninguém.

Além disso, com o uso da telemedicina, hospitais, clínicas e profissionais podem alcançar populações distantes de seus centros de referência, dando acesso especializado a quem antes não o tinha.

Novamente, essa possível democratização do acesso à saúde depende diretamente da eficiência da governança, para que possa contar com a estrutura de apoio ideal.

Os pilares da governança em telessaúde

Basicamente, a governança em telessaúde explora 3 pilares principais, que estão detalhados nos tópicos abaixo.

Gestão — liderança e estrutura

Não basta entender a importância da governança em telessaúde para estruturar a telemedicina e todas as outras áreas. O que vai garantir o bom funcionamento dos processos é o comprometimento das lideranças com a execução do programa.

É esse esforço que vai garantir o orçamento necessário e o subsídio estratégico para o perfeito funcionamento do modelo, o que começa com a escolha da pessoa que conduzirá esse processo.

Para essa definição, algumas dicas são:

  • identificar pessoas internas que tenham experiência com implementação de tecnologia em telessaúde;
  • identificar aqueles com aptidão para tecnologia e experiência em liderança de operações clínicas;
  • priorizar líderes com características como gostar de aprender e inovar.

Definição da metodologia de forma clara e precisa

Como adiantamos, a gestão de equipes remotas representa um desafio cheio de particularidades, a começar pelo treinamento. Muitos dos nossos mecanismos de controle de atividades se baseiam na presença física e não nas tarefas executadas. A própria remuneração dos colaboradores é devida, de acordo com as horas de dedicação.

Em razão da pandemia, muitos gestores e profissionais de saúde observaram na prática a diferença e as demandas de monitoramento que surgem de atendimentos remotos. Quer um exemplo? Como podemos apoiar um médico com dificuldade de acionar o som em um atendimento de telemedicina?

A estruturação necessária a esse tipo de auxílio envolve cada detalhe, de cada processo de atendimento, que também implica em questões éticas e relativas aos procedimentos médicos. Por isso, sem um método claramente definido e descrito, a telessaúde tende a acabar subutilizada.

A fragmentação das ações entre as diversas áreas pode criar um mosaico pouco organizado e disforme, o que só pode ser evitado com um método eficaz de governança.

Definições de objetivos, metas e ROI

Ao mesmo tempo, desenvolver todo o potencial da telessaúde em seguida a sua implantação não é uma expectativa realista. O que vai garantir a excelência é o aprimoramento constante, o que depende diretamente da definição e do monitoramento de objetivos, metas e retorno de investimento (ROI).

Para medir o sucesso do programa de telessaúde, os seguintes componentes são essenciais:

  • valor clínico agregado;
  • engajamento dos profissionais e pacientes;
  • suporte administrativo;
  • congruência no plano estratégico;
  • capacidade clínica ligada à complexidade logística.

Cada um desses itens deve ter indicadores e metas muito bem definidos a partir do conceito S.M.A.R.T. Isso vai contribuir com o cálculo do ROI e outras variáveis de sustentabilidade do projeto.

Além disso, deve-se mapear o fluxo de comportamento dos pacientes e dos profissionais dentro da organização, identificando dados essenciais que poderão integrar e se relacionar com a tecnologia da telessaúde.

A implementação prática

Antes de colocar a tecnologia para funcionar, as dicas são:

  • reunir os líderes;
  • definir os objetivos;
  • estruturar uma liderança formal para o programa;
  • garantir sustentabilidade;
  • focar na geração de valor para o paciente.

Também, é preciso definir onde a telessaúde se encaixa na linha de cuidado definida para cada iniciativa. Estipular quando usar e quando não adotar a telemedicina vai ajudar no desenvolvimento do programa.

No início do projeto, nem sempre essas definições estão claras para todos, mas é fundamental focar no propósito de alto nível que a instituição de saúde pública ou privada deseja alcançar.

É a partir dele que podemos traçar as formas de encaixar a telemedicina e a saúde digital na jornada de cuidado aos usuários do sistema, de uma maneira segura e confortável para todos.

Depois disso, é preciso avaliar o investimento necessário e as possibilidades de retorno do projeto, para que ele se mantenha com sustentabilidade financeira ao longo de seu crescimento.

Essa preocupação precisa estar em pauta desde as conversas iniciais, evitando custos desnecessários com equipamentos ou softwares, que não ajudam a alcançar o objetivo maior da organização.

O auxílio da tecnologia

É importante lembrar de que, como mencionamos neste post, a telessaúde não é exatamente uma novidade. Inúmeras iniciativas já foram organizadas por telefone, por exemplo, desde muito tempo. No entanto, jamais tivemos as possibilidades e, principalmente, as perspectivas que temos agora com os novos recursos.

Uma tecnologia de fácil uso, intuitiva, com segurança da informação adequada e que se adapte ao modelo de interação escolhido para o programa pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso do projeto.

Assim, pode gerar:

  • engajamento;
  • eficiência no uso dos recursos;
  • segurança nas interações;
  • satisfação dos pacientes e profissionais de saúde;
  • processo estruturado de implantação com inteligência estratégica.

Contudo, não poderíamos concluir de outro modo sem relatar a nossa convicção de que a tecnologia não é suficiente — como um bisturi, ela é apenas uma ferramenta, não necessariamente uma incisão perfeitamente executada.

A governança em telessaúde depende diretamente da expertise aplicada ao planejamento, à implantação e ao gerenciamento dos programas de telessaúde, com uma consultoria completa de ponta a ponta, como a da Maida Health.

Então, não perca tempo e conheça nossas soluções.

Allana Peixoto|
20/09/2021

A disponibilidade dos laudos de exames online para clínicas tem proporcionado grandes mudanças na assistência à saúde, em especial pela possibilidade de otimizar o diagnóstico para o paciente.

Por outro lado, observam vantagens para os gestores na medida em que se reduzem os custos operacionais com a implantação de serviços online, melhorando o nível de qualidade das imagens.

Além disso, diante do cenário da pandemia da COVID-19 e das transformações que esse fenômeno causará ao longo dos anos, a emissão de exames online será uma tendência permanente.

Por isso, se quiser saber mais sobre a emissão de laudos online, fique por aqui e conheça 6 benefícios dessa inovação em saúde!

O que são exames online?

A emissão de exames online é a uma sequência de etapas que envolvem interpretação, avaliação e entrega dos resultados laudados por especialistas para o demandante, que é geralmente uma clínica ou hospital de pequeno, médio ou grande porte.

O processo funciona da seguinte maneira: o profissional clínico realiza o procedimento no paciente pela instituição contratante para, em seguida, as imagens e o prontuário serem enviados para a empresa terceirizada por meio de plataformas compatíveis.

Em seguida, os especialistas radiológicos contratados fazem o laudo conforme as imagens recebidas e a descrição clínica do caso em questão e devolvem assinados digitalmente para a instituição demandante.

Essa processo cresceu bastante nos últimos tempos, em parte devido ao desenvolvimento de recursos tecnológicos que proporcionaram essa viabilidade e devido à segurança na tramitação dessas informações.

Outra oportunidade que fez demandar significativamente esse serviço foi a pandemia decorrente da COVID-19, pois diminuiu a quantidade de pacientes aguardando na sala de espera. Em função da demora na realização do exame, ampliou-se a necessidade pelo serviço e gerou economia de recursos.

Quais sãos os benefícios dos laudos de exame online?

Os benefícios clínicos, econômicos e humanísticos são notáveis e influenciam toda a cadeia de serviços prestados ao paciente. Vejamos mais sobre isso.

1. Rapidez no diagnóstico

Imagine que, em clínicas menores, o radiologista é responsável por executar o procedimento e, depois de um dia intenso de atividades, ainda necessita avaliar todos os exames realizados e emitir o laudo completo.

Dependendo da movimentação do dia e do tipo de exame, essas tarefas são adiadas e, consequentemente, demoram para que os resultados sejam entregues ao paciente, atrasando também o diagnóstico.

Com a emissão de laudos online, o profissional realiza o procedimento e envia todas as informações para a empresa contratada para essa finalidade, otimizando o tempo de laudar os procedimentos.

Isso se traduz em rapidez no diagnóstico, instituição de condutas mais direcionadas ao problema do paciente e menores chances de erro, trazendo confiabilidade ao resultado obtido pelo especialista.

2. Economia de tempo

A interpretação das imagens e a conclusão sobre a situação clínica do paciente é uma tarefa complexa que exige atenção, conhecimento sobre a patologia em questão e, principalmente, tempo para elaborar esse documento.

Em um ambiente movimentado, é impossível obter esses três fatores de forma concomitante, trazendo incertezas quanto ao resultados, principalmente se for laudado por profissional não especialista na temática.

Por isso, a emissão de laudos online gera economia de tempo, pois essa tarefa será terceirizada para uma equipe contratada pela empresa que destinará tempo e energia necessários para essa atividade.

3. Redução de custos

A emissão de exames online é uma estratégia que promove redução de custos para os gestores e os pacientes, trazendo uma percepção positiva para todos, facilitando também as atividades cotidianas.

Para os gestores, verifica-se redução dos custos operacionais e de pessoal que ,antes da implantação da rotina de laudos online, destinava uma área para avaliação e emissão de laudos na clínica, ocupando um grande espaço para essa finalidade.

Outro ponto desvantajoso de manter um espaço físico destinado ao armazenamento dos laudos impressos é que esses documentos se abarrotavam em gaveteiros, principalmente daqueles pacientes que não buscavam os resultados.

4. Segurança e rapidez no envio

Ao mesmo tempo em que se desenvolveu a emissão de laudos médicos online, também se aperfeiçoou a segurança na transmissão e compartilhamento de dados pelos diversos aplicativos de mensagens.

Isso significa que os exames são enviados às empresas terceirizadas no mais alto padrão de segurança, seja por meio de senhas, dados criptografados e mecanismos de rastreabilidade das atividades.

Devido a isso, é possível enviar os dados aos pacientes e profissionais clínicos com segurança e rapidez, garantindo também imagens nítidas que facilitam a interpretação das nuances patológicas observadas.

5. Acesso a mais especialistas

Obter o resultado clínico de um especialista no assunto é muito mais confiável do que quando é feito por profissionais generalistas. Em alguns casos, ter especialidade é imprescindível para laudar um exame.

Quando se opta por empresas terceirizadas que oferecem esse serviço, são contratados os especialistas no assunto, como aqueles que identificam tumores de mama em estágio inicial ou que descartam malignidade em um exame de cabeça e pescoço.

Sendo assim, os exames laudados por especialistas tendem a ser mais detalhados e com um olhar mais apurado da situação, diferente daqueles profissionais que analisam exames de diversas partes do corpo.

6. Possibilidade de fazer mais exames

A emissão de laudos online pode trazer mais vantagens em relação ao tipo de exame realizado, provendo mais informações para determinação do diagnóstico do paciente em questão.

Isso porque é possível fazer mais exames de forma a complementar as hipóteses diagnósticas levantadas, trazendo mais explicações ao contexto, considerando principalmente o histórico clínico do paciente.

Sendo assim, os benefícios relacionados à ampliação do rol de procedimentos firmados com a empresa responsável pela emissão de laudos online é um diferencial em relação às instituições que ainda não utilizam esse serviço.

A emissão de laudos de exames online é uma estratégia que vem ganhando espaço tanto pelos benefícios clínicos, econômicos e humanísticos implicados quanto pelos acontecimentos epidemiológicos decorrente da pandemia da COVID-19. Diante disso, as instituições que ainda não contam com esse serviço devem fazer uma análise prévia dos custos do contrato e das vantagens que terão em curto, médio e longo prazo.

E você, gostou do nosso conteúdo? Então, não deixe de ler também sobre os benefícios por optar pela consulta online com o médico!

Allana Peixoto|
20/09/2021

A teleoftalmologia faz parte da Telemedicina e avança a passos largos no Brasil e no mundo devido ao uso de recursos tecnológicos. Nesse sentido, laudos, exames e diagnósticos são realizados de maneira mais ágil, elevando a qualidade dos atendimentos, além de trazer outros benefícios para usuários e corpo clínico, a exemplo da redução de custos e de tempo de espera para atendimento.

Quer saber mais sobre os serviços de teleoftalmologia no Brasil e no mundo? Então, continue a leitura!

O que é teleoftalmologia e o que ela engloba?

A teleoftalmologia é um recurso de diagnóstico, emissão de laudos e exames dentro da Telemedicina, que proporciona assistência médica a distância. Para isso, faz uso de recursos avançados, como a Inteligência Artificial (IA), sendo usada de forma exclusiva pela área oftalmológica.

Relativamente nova no mundo todo, a teleoftalmologia já apresenta resultados animadores e surpreendentes, sendo de grande aceitação no Brasil com a emissão de laudos a distância.

Com a ajuda da tecnologia, é possível realizar exames como:

  • refração;
  • teste de acuidade visual;
  • medida da pressão intraocular e avaliação das pálpebras;
  • fundo de olho;
  • motilidade ocular e reflexos pupilares.

Com o uso da internet e de plataformas online, além da possibilidade de enviar exames, fazer diagnósticos, laudos, prescrever tratamentos e acompanhar a evolução do paciente, é possível trocar informações entre médicos.

Para acessar os dados, é preciso que o software esteja instalado no dispositivo (computador ou tablet) com acesso à internet. A depender da tecnologia, também é possível acessar as informações na nuvem.

Como é a teleoftalmologia no Brasil e no mundo?

A teleoftalmologia no mundo é norteada por pesquisas e novas tecnologias, sendo a Inteligência Artificial (IA) um das principais recursos que permitem a evolução do diagnóstico.

O Google, por exemplo, com sua startup Verily, criou uma tecnologia capaz de identificar edema macular diabético e retinopatia diabética.

Isso foi possível somente analisando fotos de indivíduos com sinais dessas doenças. Ainda em fase de testes, esse estudo já apresenta resultados muito relevantes para a área médica.

No Brasil, a teleoftalmologia também avança, a exemplo do retinógrafo portátil Eyer. Ele é um dispositivo que é acoplado a um smartphone e é capaz de realizar, de forma rápida, imagens precisas da retina.

A vantagem do dispositivo é que ele não precisa da aplicação de colírio para dilatar a pupila do paciente. O equipamento foi desenvolvido pela startup Phelcom Technologies, sediada em São Carlos, no estado de São Paulo.

O dispositivo também usa a Inteligência Artificial para fornecer informações inteligentes para auxiliar no diagnóstico médico, por meio da captura dos exames de retina.

Com a ajuda da internet, as informações são compartilhadas e o acesso aos dados pode ser feito na nuvem, no Eyer Cloud, habilitando o diagnóstico remoto.

No País, aos poucos, essas e outras tecnologias chegam ao Sistema Único de Saúde (SUS), que vem evoluindo seus serviços graças à IA.

Assim, é possível concluir que a teleoftalmologia é importante em diversos sentidos, pois é capaz de reduzir as filas de atendimento, promover rapidez nos diagnósticos, economia, redução do tempo de espera, além de possibilitar um diagnóstico mais preciso.

Este artigo sobre teleoftalmologia foi útil para você? Então, não deixe de conferir este sobre Inteligência Artificial!

 

Marketing Infoway|
20/09/2021

A otimização de processos em hospitais é um diferencial significativo para aquelas instituições que prezam pela gestão eficiente, pela qualidade na assistência prestada e pelo uso da tecnologia a favor do paciente.

Além disso, quando as estratégias são empregadas de forma racional, há redução de custos, aumento da demanda e atendimento aos padrões de excelência padronizados pelos órgãos reguladores.

Por isso, se quiser saber mais sobre como investir na otimização dos processos, fique por aqui e entenda!

Invista na emissão de laudos online

Investir na eficiência das atividades significa integrar ferramentas tecnológicas que possam proporcionar a melhor experiência ao paciente, ao menor custo para ele e para a instituição hospitalar.

A emissão de laudos online é um exemplo bem-sucedido da otimização dos processos, pois aumenta a demanda sem alterar a qualidade dos resultados emitidos pelos especialista, além de ampliar as possibilidades de obter esse documento por meio de diversos aplicativos de mensagem.

Dessa forma, o gestor interessado nesse serviço deve procurar empresas capazes de realizar o exame radiológico e que estejam aptas a receber as imagens dos pacientes. Essas empresas devem ter profissionais experientes para emitir o laudo e disponibilizar recursos compatíveis para enviar as informações solicitadas.

Prontuário eletrônico do paciente

Ter todos os dados clínicos, medicamentosos, laboratoriais e o histórico de condutas já adotadas pelos profissionais que atenderam ao paciente é uma realidade concreta nos dias de hoje.

O prontuário eletrônico, entre outras atividades:

  • reúne todas essas funcionalidades;
  • otimiza o atendimento;
  • gera relatórios sobre a situação do paciente;
  • proporciona o compartilhamento de informações para especialistas.

Sabendo das vantagens da implantação do prontuário eletrônico do paciente na rotina da prática clínica, é fundamental buscar softwares que tenham um custo benefício favorável para os gestores.

Automatização do cadastro dos pacientes

A automatização de cadastro dos pacientes é uma opção promissora para instituições de qualquer porte, desde que bem executada por uma equipe treinada e coesa com os objetivos dessa ação.

Para tanto, é necessário entender que a automatização do cadastro precisa ser vantajosa para a otimização dos processos, considerando inclusive o número de pacientes atendidos e o custo dessa empreitada.

Por isso, os gestores devem analisar previamente os benefícios clínicos, econômicos e gerenciais além de incluir os custos com capacitação e manutenção do software contratado.

A tecnologia como norteadora dessa atividade

Otimizar os processos significa obter resultados confiáveis em menor tempo, proporcionar economia de recursos financeiros sem influenciar na qualidade da assistência e buscar novas formas de melhorar os serviços prestados.

Nesse sentido, observa-se que a evolução dos recursos tecnológicos associados ao maior conhecimento técnico e administrativo dos gestores trouxe oportunidades que antes não se vislumbravam.

Sendo assim, a inovação da maioria dos serviços clínicos se deu concomitantemente à evolução nos recursos tecnológicos, trazendo também oportunidades para otimizar o diagnóstico, a terapêutica e o acompanhamento de pacientes.

A otimização de processos em hospitais é uma meta técnico-gerencial que deve ser buscada dentro das instituições, utilizando de técnicas adequadas e eficientes, capacitação contínua das atividades, entre outras ações, desde que sempre promovam o bem-estar do paciente, melhorando a qualidade de vida ou diminuindo as complicações decorrentes de uma condição clínica.

E você, gostou do nosso texto? Então, não deixe de compartilhar em suas redes sociais!

Allana Peixoto|
20/09/2021

O uso da telemedicina é uma inovação em saúde e vem sendo explorado de forma crescente, principalmente devido a pandemia da COVID-19, influenciando significativamente na assistência clínica e na prestação de serviços médicos.

Devido a essa nova emergência em saúde pública, as atividades clínicas virtuais foram incorporadas rapidamente, trazendo benefícios clínicos, humanísticos e econômicos para todo os envolvidos.

Diante disso, diversas pesquisas estão demonstrando um diagnóstico situacional sobre a percepção dos pacientes quanto ao uso da telemedicina e quais modificações devem ser feitas a partir dessa análise.

Quer saber mais sobre a percepção dos pacientes quanto ao uso da telemedicina? Então, fique por aqui e reflita sobre isso!

De que forma a pandemia da COVI-19 afetou a telemedicina no Brasil?

Estamos vivenciando um momento epidemiológico sem precedentes na história da medicina e da humanidade, com a grande diferença de estarmos atualizado sobre essas questões em tempo real, devido aos avanços tecnológicos.

Antigamente, a sociedade era dizimada e somente depois era possível entender as causas e lidar com as consequências. No mundo de hoje e em decorrência desse cenário, muitas necessidades foram reavaliadas e outras foram inseridas na sociedade.

Se resgatarmos historicamente as grandes epidemias que assolaram diversa populações, não tínhamos os recursos para disseminar as informações preventivas e curativas, nem os fundamentos científicos para orientar adequadamente os profissionais médicos.

Sabemos no entanto, que a telemedicina já era uma demanda latente e que a pandemia adiantou esse processo, tanto para os profissionais quanto para os paciente. Por isso, conforme aponta Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina saúde digital, da Maida Health, houve um aumento de 1800 a 2000% no uso da telemedicina.

Como tem sido a recepção de pacientes mais recentes sobre a telemedicina?

Como toda nova experiência é comum um período de adaptação, levantamento dos prós e contras e principalmente adequação ao uso da telemedicina no Brasil, nas mais diversas modalidades.

Para aqueles que estão com receio de sair de casa e ser exposto ao risco de contaminação pela COVID-19, esse é um ponto bem atrativo para se render á telemedicina. Outras pessoas apontam a eliminação do tempo de deslocamento ao consultório, objetividade nos atendimentos virtuais, menor custo, entre outras questões.

De acordo com Dr. Luciano Cunha, as pesquisas demonstram um índice de satisfação em torno de 85 a 90%, porém ele ressalta que esse intervalo não se traduz necessariamente em uma ótima experiência.

Isso porque, existem diversos fatores que influenciam na avaliação da experiência, que vão desde a questões externas como a conexão da internet, por exemplo, até a forma de interação do profissional.

Nesse sentido, o uso da tecnologia deve ser complementar a relação terapêutica de confiança que será formada entre médico e paciente, para além das ferramentas virtuais existentes.

Como os médicos e hospitais podem atuar para que a percepção e benefícios da telemedicina sejam ainda maiores?

Os benefícios clínicos, humanísticos e econômicos são notórios, porém depende de todos os envolvidos. Sendo assim, se percebe menor tempo para disponibilização de exames online, mais orientação e encaminhamento dos médicos em caso de teletriagem, possibilidade de implantar o Tele AVC além do acompanhamento eficiente de pacientes que sofrem de doenças crônicas.

Esse resultados se refletem em menor custo dos procedimentos, maior interação dos profissionais com o pacientes, que devem prezar pela humanização do entendimento e podem refletir em mais adesão as condutas terapêuticas.

No entanto, Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina saúde digital, da Maida Health, enfatiza que os médicos e as instituições de saúde devem ofertar os serviços e ao mesmo tempo educar os pacientes em relação as vantagens desse serviço, além de demonstrar a segurança dos atendimentos pelos meios virtuais.

Como a tecnologia pode auxiliar em proporcionar esse bem estar ao paciente e resultados desejados?

Os recursos tecnológicos são muitos para proporcionar um ambiente seguro e adequado as diversas modalidade da telemedicina, além de proporcionar agilidade e eficiência na entrega dos resultados.

Sendo assim, conforme aponta Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina saúde digital, da Maida Health, a tecnologia pode ajudar sendo a mais transparente possível, simples e intuitiva para o paciente, de forma a facilitar a implantação plena.

Por isso é fundamental escolher as ferramentas tecnológicas mais condizentes com os serviços, monitorar os recursos de segurança digital e trazer um panorama para atrair novos pacientes ao uso da telemedicina.

Também é interessante treinar os profissionais sobre o atendimento virtual e como lidar com o paciente nesse ambiente, considerando as limitações em relação ao diagnóstico e a avaliação sintomática do indivíduo.

Quais são as expectativas para a telemedicina no futuro?

A expectativa é que a telemedicina tenha um crescimento estável em sua utilização, com fortalecimento de seus pilares, conforme prevê Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina saúde digital da Maida Health, principalmente relacionados a educação, tecnologia, pessoas e processos.

Dessa forma, espera-se um modelo híbrido de funcionamento, otimizando as atividades para todos os envolvidos e fornecendo a mesma qualidade na assistência, considerando as limitações da falta de contato físico.

Contudo, é fundamental buscar empresas que integram os recursos tecnológicos para viabilizar os serviços, de forma prática, econômica e eficiente ao atendimento do paciente em questão.

Quais são as soluções e suporte em telemedicina da Maida Health?

Considerando os preceitos da telemedicina, que encurta distâncias geográficas por meio da tecnologia e dos serviços que podem ser prestados, como teletriagem, emissão de exames online, entre outros é fundamental selecionar os mais adequados a demanda do público alvo.

Nesse sentido, a Maida.health tem a capacidade de implantar a telemedicina de maneira estratégia, analisando as variáveis dos processos para garantir a melhor experiencia ao paciente.

Também investe em educação constante, avaliação de indicadores de desempenho e segurança além de fornecer capacitação aos clientes que usarão as diversas funcionalidades da plataforma.

O uso da telemedicina vem se expandido e aprimorando aos poucos, todavia teve sua relevância em virtude da situação epidemiológica decorrente da pandemia da COVID-19 que muitas localidades. Ao mesmo que houve uma grande demanda nessas modalidades, também se observou uma percepção positiva, sendo o primeiro passo para aprimorar as atividades bem sucedidas e modificar as demandam atenção.

E você, o que achou do nosso texto? Ficou interessado em conhecer mais os serviços de telemedicina? Então, entre em contato conosco e obtenha mais detalhes!

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Allana Peixoto|
20/09/2021

Maida.health, que faz parte do Sistema Hapvida, também apoia e fortalece o compromisso com os direitos humanos, pois iniciativas como essa, promovem transformações inovadoras e oportunidades para todos.

Ter consciência da importância de contribuir com o meio ambiente e com a responsabilidade social são diretrizes do Sistema Hapvida. Desta forma, a companhia se tornou signatária dos selos ONU Mulheres, Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ e da Rede Empresarial de Inclusão Social (REIS), contribuindo para as melhores práticas de governança. Empresa está comprometida com os direitos humanos e com a agenda 2030 dos Objetivos Sustentáveis da ONU

No mundo corporativo, o conceito ESG (Environmental, Social and Governance) ou ASG (Ambiental, Social e Governança, em tradução) é um compromisso que as companhias assumem a longo prazo para contribuir com a sustentabilidade da empresa através de práticas internacionais.

De acordo com Ricardo Mota, Gerente Sênior da área de Gente, Gestão e Diversidade do Sistema Hapvida, fazer parte dessas organizações fortalece a atuação da companhia, especialmente na promoção do Social, do ESG. “Não é sobre instrumentalizar as pessoas, e sim sobre humanizar as relações. Essas iniciativas nos orientam, nos guiam e priorizam as ações, mas a mudança de verdade nasce dentro de cada um. Trazer para a consciência a importância do respeito e a valorização das diferenças aumenta as chances de termos ambientes livres de pré-conceitos e melhoram os resultados e engajamento das pessoas”, destaca.

Majo Campos, Vice-Presidente da área de Gente, Gestão e Diversidade, ressalta que ser signatário “não significa que realizamos todos os compromissos estabelecidos, mas, sim, que estamos prontos para aprender e fazer a transformação que queremos em nossa empresa contribuindo, assim, para uma sociedade mais justa e de oportunidade as pessoas”.

Para a empresa, a intenção é fazer valer a declaração dos Direitos Humanos, que diz: “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”. Por isso, esse novo passo da empresa requer responsabilidades, cumprimentos de metas e promoção de ações afirmativas que estejam em linha com as necessidades das pessoas para o crescimento sustentável da empresa e evolução como sociedade.

“Não mudamos o passado mas construímos o futuro, e esta construção é necessariamente coletiva. Estaremos ao lado de grandes organizações que estão nesta jornada há mais tempo para dividirmos experiências e somar ações, afirma Ricardo, e completa que a empresa promove encontros, treinamentos, cartilhas de orientações e formação para seguir nesta transformação social.

Conheça as organizações:

*ONU Mulheres: https://www.onumulheres.org.br/
*Fórum de Empresas e Diretos LGBTI+: https://www.forumempresaslgbt.com/
* REIS https://www.redeempresarialdeinclusao.com/

Allana Peixoto|
20/09/2021

A transformação digital na saúde é uma necessidade nos dias atuais, devido à grande demanda por serviços, somada à evolução nos recursos tecnológicos que se aprimoram gradativamente.

No entanto, é preciso conhecer as principais tendências, quais as indicações plausíveis, os benefícios esperados e as perspectivas que as próximas ferramentas proporcionarão aos pacientes.

Quer saber mais sobre as principais tendências da transformação digital? Então, fique por aqui e descubra!

1. Telemedicina

Essa é uma proposta contemplada dentro da telessaúde, que implica em aproximar as distâncias por meio de recursos tecnológicos, facilitando a assistência e o diagnóstico do paciente.

Nesse sentido, além de viabilizar uma teleconsulta, a telemedicina alia a capacitação de profissionais clínicos, na medida que promove videoconferências e discussões de casos com diversos especialistas.

Ademais, a telemedicina proporciona a redução de custos quando comparado aos consultórios presenciais, aumenta a capacidade de atendimento para além do horário comercial e, ainda, mantêm uma relação terapêutica humanizada.

2. Automação de processos

A substituição de serviços manuais por atividades automatizadas é uma realidade em muitos nichos clínicos, especialmente em laboratórios patológicos, de radiologia e outros que já emitem laudos online.

Com isso, atividades operacionais repetitivas, que geravam grande quantidade de erros, foram eliminadas do contexto clínico. Assim, é possível diminuir a incidência de resultados falso-positivos ou falso-negativos e, consequentemente, a percepção desfavorável do estabelecimento.

Ainda, existem diversas demandas para a automatização dos processos, principalmente na medicina diagnóstica, trazendo oportunidades de trabalho para diversos profissionais de saúde, que podem atuar de forma remota.

3. Big data

A ferramenta do big data constitui uma plataforma capaz de receber diversos dados clínicos, medicamentosos, laboratoriais, entre outros, e analisar variáveis a partir desse contexto.

Dessa maneira, e com a ajuda de um estatístico, é possível identificar o perfil de adoecimento de uma população, avaliar os principais medicamentos usados, demonstrar a efetividade de uma estratégia terapêutica, dentre uma infinidade de questões.

A partir dessas análises, os gestores tomarão condutas para prevenir, intervir ou melhorar a condição de saúde de um paciente, considerando também o perfil socioeconômico e outras variáveis de interesse.

4. Inteligência artificial

Imagine entrar em um hospital e ser recebido por um robô que fará perguntas para avaliar a necessidade de internação ou de procurar outros serviços de referência? Isso já é realidade em alguns hospitais dos Estados Unidos.

Também, é possível que um robô monitore os parâmetros fisiológicos do paciente e encaminhe um alerta para o médico responsável, que chegará em poucos minutos para iniciar os procedimentos adequados.

Tudo isso e muito mais são propostas da inteligência artificial para assistir pacientes nos diversos níveis de atenção à saúde, a fim de melhorar as condutas clínicas existentes.

A transformação digital na saúde é uma inovação que traz experiências diferenciadas ao paciente, na medida que aumenta a precisão do diagnóstico, otimiza a assistência e ajuda na intervenção mais adequada ao perfil do indivíduo. Além disso, apresenta uma relação de custo favorável aos profissionais de saúde e gestores quando plenamente implantada.

Por isso, se você ainda está interessado nesse assunto, não deixe de ler também sobre tecnologia 5G na saúde: o que esperar dela?

 

Allana Peixoto|
20/09/2021

O telemonitoramento de doenças crônicas ganhou espaço como forma de viabilizar o isolamento social em um contexto pandêmico. Vários pacientes, muitas vezes mais vulneráveis a doenças virais, puderam ficar em casa mantendo o acompanhamento médico. No entanto, essa não é uma alternativa temporária.

A pandemia apenas acelerou a adoção dessa e de várias outras tecnologias, não só na área da saúde. Estamos falando de um recurso importantíssimo para a qualidade de vida do paciente, a diminuição dos custos assistenciais e a frequência dos atendimentos de urgências, que sabemos que são onerosos e incômodos ao paciente.

Para esclarecer as principais dúvidas sobre telemonitoramento em casos de doenças crônicas, entrevistamos o Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina e saúde digital da Maida.health. Acompanhe!

O que é o telemonitoramento?

O telemonitoramento é o acompanhamento e o gerenciamento de condições clínicas de um paciente (em estado crônico, considerando o tema deste post). Para executá-lo, são adotadas práticas específicas e recursos inovadores disponibilizados por meio de tecnologias digitais, como wearables, biossensores e plataformas de telemedicina — estas, para permitir a interação entre os profissionais e os pacientes.

O telemonitoramento ajuda os profissionais da saúde na prevenção e no cuidado de pacientes sujeitos a complicações clínicas graves, se não observados continuamente. Desse modo, evita internações e, em consequência, humaniza o atendimento.

Ainda que o contato seja remoto, fica mais fácil para o profissional se aproximar do paciente, observar a rotina dele e os efeitos do comportamento assumido na condição de saúde. “Assim, é possível estimular o engajamento dos pacientes no seu próprio cuidado, aplicando medidas educativas”, destaca o Dr. Luciano Cunha.

A rotina do telemonitoramento

A rotina de um programa de telemonitoramento é baseada nos anseios e nas aspirações do paciente, criando uma base sólida de confiança e respeito à individualidade — sem intrusões.

Seguindo um cronograma de relacionamento, os profissionais interagem de maneira síncrona ou assíncrona com esses indivíduos, perguntando sobre seus status de saúde, sintomas e sinais clínicos, por exemplo. A partir disso, podem orientar condutas de acordo com a evolução clínica.

Vale ressaltar também a importância do treinamento específico para o trabalho remoto, fundamental para estruturar uma rotina satisfatória e humanizada.

A escolha dos beneficiários

Geralmente, a escolha dos pacientes de telemonitoramento parte de uma avaliação da base populacional dos potenciais participantes. Para iniciar o programa, são então escolhidos prioritariamente aqueles com doenças crônicas que estão mais descompensados.

O processo adotado costuma envolver o levantamento das informações na base de dados, aplicação de questionários ou o simples encaminhamento feito por um médico.

Qual a importância do telemonitoramento nas doenças crônicas?

O monitoramento remoto sempre teve importância para manter pacientes crônicos mais bem cuidados e em condições clínicas controladas. Contudo, ele se tornou ainda mais relevante no período de pandemia, uma vez que o distanciamento físico para evitar o contágio pelo coronavírus também se caracteriza como uma forma de cuidado.

Nesse contexto, os gestores perceberam no telemonitoramento a oportunidade de controlar a condição de pacientes crônicos com eficiência. Tal prática evita internações, reinternações e complicações clínicas, além de atendimentos de urgência e todos os custos relacionados a cada um desses eventos, o que poupa recursos valiosos em um momento tão delicado. Sendo assim, o Dr. Luciano Cunha resume os benefícios em:

  • melhor controle de doenças crônicas;
  • menor incidência de complicações;
  • diminuição de internações;
  • menor procura por serviços presenciais, quando eles não são necessários;
  • diminuição dos custos assistenciais e de atendimentos de urgência;
  • melhor qualidade de vida para o paciente crônico.

Quais os impactos da tecnologia mobile no manejo de doenças crônicas?

As tecnologias mobile na saúde (mhealth) permitem que profissionais e pacientes interajam a qualquer hora, em qualquer lugar. “Isso evita, por exemplo, a necessidade de criação de centrais complexas e onerosas de telemonitoramento. Tablets, smartphones e notebooks funcionam tranquilamente para esse tipo de serviço”, explica o Dr. Luciano Cunha.

Com a implantação do 5G, podemos esperar avanços importantes na telemedicina, uma vez que será possível aumentar consideravelmente a troca de dados. Ou seja, mais pessoas poderão compartilhar um número maior de dados com segurança, privacidade e agilidade, pois a capacidade de transmissão será ampliada.

Quais as tendências do telemonitoramento no Brasil?

As tecnologias usadas na saúde digital têm alavancado os serviços de telemonitoramento de pacientes com doenças crônicas. Dentre elas, o Dr. Luciano Cunha destaca:

  • biossensores wearables: ajudam a monitorar os sinais vitais dos pacientes com maior precisão, fornecendo dados de maneira síncrona ou assíncrona; contribuem também com a tomada de decisão dos profissionais envolvidos, que podem responder com ações mais específicas, definidas conforme o quadro clínico apresentado;
  • serviços de mensageria/chat: esse tipo de canal ajuda a solucionar dúvidas dos pacientes com agilidade e segurança de informação;
  • plataformas de teleconsulta: oferecem interação por áudio e vídeo, emissão de laudos e receitas com certificado digital, além de facilitarem os atendimentos multidisciplinares.

Essas tecnologias associadas à transformação digital na saúde nunca foram tão experimentadas como nos últimos meses. “Com os resultados animadores que temos visto, há uma forte tendência de crescimento do telemonitoramento no Brasil e no mundo”, aponta o Dr. Luciano Cunha.

Para entender o impacto que o crescimento esperado pode ter, é preciso observar o cenário a partir de uma visão ampla e sistêmica, pois as possibilidades de compartilhamento de dados oferecem perspectivas impressionantes.

Ou seja, podemos e devemos pensar no telemonitoramento individualmente, do ponto de vista de um paciente crônico, mas também é possível focar o olhar em dados compilados e comparados de pacientes espalhados pelo mundo.

Estudos clínicos randomizados são mais facilmente aplicados e os resultados podem ser apurados com mais agilidade, precisão e segurança. Recursos como a inteligência artificial poderão ser usados para processar dados e entregar relatórios de um modo que ainda não experimentamos.

Contudo, por experiência, podemos dizer que o sucesso desse tipo de iniciativa jamais dependerá exclusivamente da tecnologia. A Maida.health oferece tecnologia mobile, intuitiva e de uso fácil, mas os projetos dependem das pessoas para serem bem-sucedidos.

Nesse sentido, o Dr. Luciano Cunha reforça o valor da atuação de uma equipe multidisciplinar dedicada a programas de telemonitoramento, com profissionais treinados na interação por telemedicina. “É como operamos e tem funcionado com resultados que superam as expectativas mais otimistas”, completa.

Portanto, para planejar e implantar o telemonitoramento de doenças crônicas, saiba que pode contar com a expertise, o comprometimento e a dedicação da nossa equipe. Entre em contato e conheça as nossas soluções!