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Conteúdos para transformar o seu modo de usar e gerenciar sistemas de saúde.

Allana Peixoto|
17/03/2022

 O processo de autorização prévia
é uma atividade fundamental dentro das operadoras de saúde, seja no âmbito
público ou privado. Ele envolve análise de exames, procedimentos ou medicamentos,
solicitados ao plano de saúde para o paciente.
 

Essa análise é realizada com a
intenção de verificar a pertinência da solicitação, prevenindo perdas com
solicitações indevidas e garantindo, assim, tratamento
adequado aos pacientes que realmente necessitam.
 

No processo de autorizações médicas, ou regulação, o
prestador de serviço realiza uma solicitação de exames ao verificar a suspeita
de alguma patologia no paciente.
 

O
plano de saúde, por sua vez, deve analisar e autorizar cada uma dessas
solicitações, tendo para isso uma equipe médica disponível. Cada um dos pedidos
é analisado e, caso a justificativa seja condizente com a solicitação, o
procedimento é então autorizado.
 

Se
houver alguma dúvida a ser esclarecida, a equipe entra em contato com o
solicitante e pede novas informações para ter certeza do que está sendo
solicitado.
 

Comumente, sem sistema de
automação, essa análise é realizada de forma manual, por médicos especialistas.
 

A assistência à saúde, como um
todo, vem passando por uma série de
transformações
digitais
que
possuem o propósito de otimizar processos e melhorar a experiência dos
usuários. A Inteligência Artificial (IA) faz parte dessa tendência,
configurando-se como uma ferramenta fundamental nos dias atuais para reduzir a
burocracia e potencializar a alocação de recursos humanos da maneira mais
adequada.
 

Considerando as necessidades e
demandas das operadoras de saúde, o Octopus foi desenvolvido para oferecer uma
solução efetiva para as operadoras de planos de saúde. Continue lendo e entenda
um pouco mais sobre essa solução inovadora!
 

O que é o
Octopus e como foi desenvolvido?
 

  

O Octopus é um sistema para
gestão de autorizações prévias (regulação), baseado em IA, que possui a
finalidade de auxiliar operadoras de saúde a realizar autorizações com mais
assertividade e rapidez, de forma padronizada e com menor custo. Essa
tecnologia foi desenvolvida em parceria com universidades, tornando-se, então,
o resultado de um investimento constante em pesquisa, desenvolvimento e
inovação.
 

É importante ponderar que, ao
contratar a tecnologia Octopus, uma IA específica para uma operadora deverá ser
desenvolvida, de forma personalizada, permitindo ajustes do nível de automação
conforme as necessidades e demandas. Além disso, esse processo conta com a
participação ativa dos contratantes, avaliando o histórico de autorizações e
gerando informações importantes para essa etapa de calibração do sistema.
 

Qual a
proposta do Octopus e como ele funciona de fato?
 

A proposta do Octopus é simples e
direta:
automatizar o
processo de autorização prévia das operadoras de saúde, reduzindo burocracia,
trabalho manual e possibilitando controle de prazos, além de padronizar as
respostas emitidas.
 

A tecnologia desenvolvida combina
um RPA (Robotic Process Automation) com uma IA (Inteligência Artificial). Ela
foi construída para auxiliar na regulação de solicitações médicas, realizando a
avaliação das solicitações em camadas. Cada camada realiza uma avaliação e pode
encaminhar a solicitação para a camada seguinte ou emitir uma resposta
definitiva sobre a avaliação. Uma vez que a solicitação tenha passado nas
avaliações de elegibilidade e administrativas, a solicitação vai para a camada
RPA, que analisa regras complexas definidas pelos profissionais de saúde. A
camada RPA do Octopus permite que sejam definidas regras complexas de
autorização, tais como combinações envolvendo a CID relacionada, palavras
chaves na solicitação, itens realizados anteriormente e protocolos de
regulação. Sendo aprovada nesta camada, a solicitação é automaticamente
autorizada, caso contrário, ela é encaminhada para a camada com a IA de
regulação. Nesta última camada, a solicitação é avaliada por meio de modelos de
aprendizado de máquina, criados a partir do que existe de mais moderno na área,
combinando técnicas de processamento de linguagem natural (Natural Language
Processing) com aprendizado profundo (deep learning). Ao contrário do RPA,
esses modelos se adaptam às combinações e padrões de dados não vistos
anteriormente, atuando em dados não estruturados e que podem ser retreinados e
calibrados com facilidade. Os modelos que compõem a camada de IA emitem como
resposta a probabilidade do evento ser autorizado e, de acordo com as
parametrizações de nível de confiança da ferramenta, a resposta de autorização
pode ser emitida automaticamente. Por fim, caso a probabilidade emitida pela IA
seja abaixo do nível de confiança configurado, a solicitação é encaminhada à
equipe de auditoria médica humana, que lida apenas com os problemas mais
complexos ou raros.
 

  

Quais as
vantagens proporcionadas?
 

Redução
do tempo de resposta das autorizações
 

Realizando as configurações
adequadas à realidade do seu plano de saúde, o Octopus consegue analisar de
forma automática a maioria das solicitações. Reduz, dessa forma, o trabalho da
equipe especializada, diminuindo também o tempo de resposta das solicitações.
 

É uma solução que simplifica e
agiliza essa tarefa dentro da empresa, refletindo em vários outros setores,
principalmente na
satisfação dos
beneficiários
. 

Eliminação
da necessidade de uma equipe de call center
 

Há algum tempo, empresas de
vários seguimentos passaram a incorporar a IA em sistemas de atendimento,
podendo assim substituir o trabalho humano, a depender do nível de interação
exigida desse atendimento. Isso porque essa tecnologia costuma resolver a maior
parte dos problemas com seu sistema de automação.
 

Na autorização de exames e
procedimentos das operadoras de saúde, não é diferente. Com a Inteligência
Artificial operando nessa área, a equipe de call center ligada à área de
autorização prévia acaba se tornando obsoleta. Automatizar os processos
aumenta, então, a eficiência do trabalho, reduzindo tempo de resposta e custos
para a empresa.
 

Possibilidade
de controle de qualidade robusto
 

Não há como falar em gestão sem
pensar em avaliação de resultados e controle de qualidade. Sabe-se que ter um
armazenamento de dados automatizado e fidedigno ainda é algo distante para
muitas empresas de plano de saúde, pela demanda e investimento que essa etapa
requer.
 

Também sabemos que possuir um
banco de dados sólido é imprescindível para realizar o controle de qualidade
dos processos, de maneira adequada. Contar com a IA possibilita uma análise
assertiva dos resultados, garantindo mais confiança da empresa para os clientes
e colaboradores. A IA pode ser utilizada para emitir respostas automáticas,
conforme já explicado, mas ela também pode ser usada como forma de termos uma
segunda opinião para todas as respostas. Isso permite, por exemplo, avaliar
reguladores e com isso ampliar a gestão dessa área.
 

Diminuição
da burocracia
 

A burocracia, teoricamente, deveria auxiliar
no processo de controle e organização da gestão. Porém, assumida em ambientes
mais complexos, como na área da saúde, muitos processos burocráticos se
tornaram verdadeiros obstáculos, tomando tempo de trabalho e dificultando a
dedicação adequada ao maior objetivo, que é a saúde dos pacientes.
 

Com o uso da tecnologia Octopus,
é possível reduzir o volume de eventos reguláveis encaminhados para equipe de
auditoria médica em mais de 50%. Além disso, é feita uma supervisão sistemática
mensal que infere regras não triviais que são incorporadas ao RPA existente,
tornando o processo mais eficiente.
 

Otimização
de recursos humanos
 

Com uma menor necessidade de
atuação direta da equipe médica humana na regulação, percebeu-se a redução no
tempo de resposta às solicitações recebidas pela operadora e uma melhora na
qualidade da regulação. O tempo de resposta aos beneficiários é reduzido, havendo
ainda uma maior padronização das respostas, uma vez que a tecnologia possui a
possibilidade de configurar mensagens de respostas para serem usadas tanto
pelos reguladores humanos, quanto pelo mecanismo de automação.
 

A redução da demanda de avaliação,
possibilita aos colaboradores maior disponibilidade de tempo, que pode ser
empregado na atribuição de outras atividades prioritárias, tornando o processo
de trabalho mais eficiente.
 

Com a leitura deste texto, você
pôde perceber o que é o Octopus e como ele funciona, bem como entender as
vantagens que ele pode proporcionar à rotina na sua empresa, como redução do
tempo de resposta para autorização e redução da burocracia e dos custos,
potencializando, assim, a alocação de recursos humanos de maneira mais
assertiva.
 

Além dessa solução, a
Maida.health iniciou o desenvolvimento da solução Octopus para avaliação de
exames radiológicos, denominada OctopusX. Essa ferramenta permite a automação
de análise de alguns exames radiológicos, como por exemplo o Raio X de Tórax,
Mamografia, Tomografia Computadorizada, classificando-os como “normais ou
alterados”, alertando ainda sobre a suspeita de certas patologias, como por
exemplo, Pneumonia, Covid, Pneumotórax, dentre outras. Esse sistema, envia sua
análise para o médico que emitirá o laudo, configurando uma espécie de dupla
checagem. Essa prática auxilia no diagnóstico por imagem, aumentando a
confiabilidade do processo.
 

Entre em contato e entenda mais sobre a solução
que descomplicará seus processos de autorização!
 

  

   

Allana Peixoto|
11/01/2022

A transformação digital na saúde é uma necessidade nos dias atuais, devido à grande demanda por serviços e à evolução dos recursos tecnológicos, que se aprimoram gradativamente.

As possibilidades estão chegando em uma velocidade fantástica, demandando conhecimentos técnicos e científicos, além da avaliação da aplicabilidade, uma vez que investimentos financeiros significativos são envolvidos.

Um fato é notável: a transformação digital na saúde veio para agregar e será cada dia mais apropriada. Portanto, é inevitável a sua inserção, até mesmo em instituições clínicas de pequeno porte.

Nesse cenário, a cada dia, novos dispositivos são lançados e tendências são aprimoradas, sempre em busca do bem-estar do paciente, reduzindo intervenções desnecessárias e aumentando a qualidade de vida.

Então, é preciso conhecer as principais tendências, quais as indicações plausíveis, os benefícios esperados e as perspectivas que as próximas ferramentas proporcionarão aos pacientes.

Quer saber mais sobre as principais tendências da transformação digital na saúde? Então, fique por aqui e descubra!

1. Assistente virtual

A assistência virtual na área da saúde tem se tornado uma grande oportunidade para a expansão dos negócios, principalmente pela diversidade de tarefas que podem ser delegadas por essa modalidade.

Trata-se de um modelo virtual para a execução de serviços de menor complexidade, tais como agendamento e cancelamento de consultas e marcação de exames e procedimentos, tudo por meio do atendimento virtual ao paciente.

A assistência virtual, desde que formalizada em linguagem amigável e objetiva, aumenta a eficiência das rotinas em prol de uma organização mais coerente e facilitadora para os colaboradores.

A partir dessa ferramenta, também será possível fazer um levantamento das atividades realizadas e gerar relatórios eficientes para direcionar as ações dos gestores e dos profissionais de saúde envolvidos.

Contudo, já se vislumbra também a inserção da assistência virtual para a triagem de pacientes, considerando os sinais e os sintomas relatados por eles, otimizando significativamente o fluxo de trabalho.

2. Telemedicina

Essa é uma proposta contemplada dentro da telessaúde, que tem como objetivo aproximar as distâncias por meio de recursos tecnológicos, facilitando a assistência e o diagnóstico do paciente.

Ainda é considerada uma prática recente, porém bastante inovadora, agregando diversos serviços e fornecendo diagnósticos mais precisos e confiáveis aos profissionais de saúde, reduzindo as intervenções desnecessárias.

Pelos recursos da telemedicina, é plausível identificar um agravo ainda no estágio inicial, discutir casos clínicos com especialistas por meio de plataformas virtuais e trocar experiências em tempo real.

Nesse sentido, além de viabilizar uma teleconsulta, a telemedicina ajuda na capacitação de profissionais clínicos, na medida em que promove videoconferências e discussões de casos com diversos especialistas.

Por meio das capacitações viabilizadas pela telemedicina, um profissional de saúde acompanhará uma cirurgia por videoconferência, por exemplo, algo impensado em décadas passadas, direcionando suas condutas clínicas a partir de estudos mais atualizados.

Ademais, a telemedicina proporciona a redução de custos quando comparada aos consultórios presenciais, aumenta a capacidade de atendimento para além do horário comercial e, ainda, possibilita uma relação terapêutica humanizada.

3. Automação de processos

A substituição de serviços manuais por atividades automatizadas é uma realidade em muitos nichos clínicos, especialmente em laboratórios patológicos, de radiologia e outros que já emitem laudos online.

Com isso, atividades operacionais repetitivas, que geravam uma grande quantidade de erros, foram eliminadas do contexto clínico. Assim, é possível diminuir a incidência de resultados falso-positivos ou falso-negativos e, consequentemente, a percepção desfavorável do estabelecimento.

Também é notório a execução de atividades de forma mais rápida e segura, até mesmo em cirurgias, em que a precisão é notadamente requerida, e os movimentos de coordenação motora fina dos profissionais de saúde são passíveis de erros.

Ainda, existem diversas demandas para a automatização dos processos, principalmente na medicina diagnóstica, trazendo oportunidades de trabalho para vários profissionais de saúde, que podem atuar de forma remota.

Apesar de muitos questionarem negativamente o uso de máquinas para substituir a execução de serviços humanos rotineiros, observa-se que a grande maioria dos gestores optam pela automatização no sentido de aproveitar a força de trabalho para outras necessidades não atendidas.

4. Big Data

A ferramenta do Big Data constitui-se em uma plataforma capaz de receber diversos dados clínicos, medicamentosos, laboratoriais, entre outros, podendo analisar variáveis a partir de um contexto panorâmico.

Dessa maneira, e com a ajuda de um estatístico, é possível identificar o perfil de adoecimento de uma população, avaliar os principais medicamentos usados, demonstrar a efetividade de uma estratégia terapêutica, entre outras questões.

Com a ferramenta do Big Data, pode-se também estabelecer um perfil de paciente a partir da integração de dados e direcionar ações terapêuticas personalizadas e coletivas de forma a garantir o bem-estar da comunidade.

Ainda, é viável gerar um compilado sobre o uso de medicamentos oncológicos, a fim de verificar se está ocorrendo a dispensação e a utilização conforme os protocolos clínicos e quais são os custos por paciente.

A partir dessas análises, os gestores tomarão ações para prevenir, intervir ou melhorar a condição de saúde de um paciente, considerando também o perfil socioeconômico e outras variáveis de interesse.

 5. Inteligência Artificial

Imagine entrar em um hospital e ser recebido por um robô que fará perguntas para avaliar a necessidade de internação ou de procurar outros serviços de referência? Isso já é realidade em alguns hospitais dos Estados Unidos.

Também é possível que um robô monitore os parâmetros fisiológicos do paciente e encaminhe um alerta para o médico responsável, que chegará em poucos minutos para iniciar os procedimentos adequados.

Os custos de implantação aparentemente são elevados, mas serão compensados em longo prazo a partir da redução de eventos adversos que serão precocemente detectados, como administração incorreta de medicamentos, técnica inapropriada, entre outros.

A comunicação com robôs é uma grande tendência mundial, principalmente devido às mudanças no perfil epidemiológico e nosológico da atualidade, o que demandará mais serviços dessa magnitude.

Tudo isso e muito mais são propostas da Inteligência Artificial para assistir pacientes nos diversos níveis de atenção à saúde, a fim de melhorar as condutas clínicas existentes a partir de recursos tecnológicos.

6. Wearable device

O termo em inglês significa, em tradução literal, “algo vestível". Então, qualquer dispositivo que atue nesse sentido está enquadrado nesse grupo, tais como os relógios inteligentes e os medicamentos tecnológicos.

Os relógios inteligentes monitoram parâmetros fisiológicos, como os batimentos cardíacos, a taxa de oxigenação, a pressão arterial, os níveis de glicemia, entre outros. Já os medicamentos são liberados gradativamente para exercerem efeitos terapêuticos, evitando a sobredosagem.

Além de facilitar o monitoramento das condições crônicas, eles também alertam os pacientes em casos de esforços demasiados durante a prática de atividades físicas ou na ocasião de ingestão calórica excessiva.

As vantagens incluem a redução no encaminhamento às unidades hospitalares, mais controle do próprio corpo, em um processo denominado de autogerenciamento da saúde, e identificação precoce de complicações.

Ademais, com as técnicas de comunicação em tempo real, um paciente com dúvidas, a partir dos resultados gerados por esses dispositivos, fará contato com um profissional, que orientará sobre as condutas necessárias.

7. Internet das Coisas

A Internet das Coisas, ou IoT, trata-se de um conjunto de procedimentos com o propósito de facilitar as atividades do cotidiano, sendo facilmente aplicável em todos os contextos. Inclusive, na área da saúde, a Internet das Coisas tem se mostrado bastante eficaz.

Diversos exemplos são aplicáveis dentro da concepção de IoT em saúde: teleconsulta para monitoramento de doenças crônicas, telestroke, utilização de relógios inteligentes etc.

Os benefícios são inesgotáveis e dependerão de cada atividade, destacando aqueles relacionados à redução de custos operacionais, ao empoderamento do paciente, à facilidade no compartilhamento de dados, entre outros.

Em longo prazo, haverá maior demanda de atuação nas atividades clínicas preventivas e protetivas, trazendo vantagens para o paciente e para o sistema de saúde. E, para as atividades curativas, esperam-se condutas efetivas e mais seguras.

Nesse contexto, a expectativa de vida se eleva. Além disso, os indivíduos ficam mais saudáveis e atentos ao monitoramento das suas condições clínicas.

8. Machine learning

O aprendizado das máquinas é algo tangível nos dias de hoje. Elas compilam e analisam dados clínicos, medicamentosos e laboratoriais, propondo um modelo de probabilidade e previsibilidade de um acontecimento em saúde para o paciente.

Isso significa dizer que o produto final gerado poderá predizer, a partir de estudos clínicos já realizados e de técnicas estatísticas diferenciadas, qual é o prognóstico do paciente e quais medidas terapêuticas serão mais efetivas.

Obviamente que se trata de um levantamento clínico que deve ser analisado com cautela, além de ser discutido com o paciente. No entanto, a acurácia dos resultados é diferenciada em comparação ao quantitativo de estudos que o profissional de saúde consegue absorver em um determinado período.

Nesse sentido, subentende-se que um cenário mais amplo, considerando estudos clínicos com qualidade metodológica diferenciada, trará confiabilidade ao resultado final, em vez de se ater apenas a pesquisas isoladas.

Sendo assim, considerando a aplicabilidade do machine learning para o diagnóstico e a terapêutica das doenças, esperam-se grandes avanços, que possibilitarão tratamentos menos agressivos e por menor tempo.

9. Computação em nuvem

Devido ao grande volume de dados em saúde obtidos simultaneamente e à necessidade de resgatar o histórico do paciente, observou-se que os softwares não suportariam essas informações.

O volume gigantesco de dados dentro de um computador não permitiria a funcionalidade das ferramentas em níveis mínimos, o que atrasaria a rotina das instituições de saúde.

Diante disso, uma das alternativas aplicadas nos dias de hoje é a disponibilização de informações clínicas, medicamentosas, radiológicas e laboratoriais na nuvem, otimizando o fluxo das rotinas.

Destaca-se que a disponibilização de dados pessoais na nuvem pressupõe diversos mecanismos de segurança digital para evitar o compartilhamento com pessoas não autorizadas, o que garante a confiabilidade desses processos.

Com a devida autorização, é possível acessar informações clínicas personalizadas disponíveis na nuvem de qualquer computador, editar textos e fazer compartilhamentos com as partes interessadas.

10. Sistema integrado

Antigamente, quando o paciente chegava ao consultório médico, era feita uma solicitação para a realização de exames laboratoriais e de procedimentos.

A partir daí começava a saga do paciente para solicitar uma autorização da operadora do plano de saúde, o que na maioria das vezes perdurava por muito tempo e atrasava todo o processo de diagnóstico.

Atualmente, com a integração dos sistemas, é possível solicitar e verificar a autorização da operadora, a disponibilidade de horário das clínicas credenciadas, solicitar que os exames sejam enviados por e-mail e quiçá já marcar o retorno do paciente para a discussão das próximas etapas.

Tudo isso é realizado em poucos minutos e, dependendo da complexidade do exame, já é possível fazê-lo no mesmo dia, encaminhá-lo ao médico e obter uma resposta rápida, eficiente e com comodidade.

Outro ponto relevante é que uma prescrição assinada digitalmente será encaminhada às farmácias credenciadas com todas as definições dos órgãos sanitários para viabilizar os medicamentos desejados.

11. Assinatura digital

A migração dos processos manuais para o meio eletrônico trouxe uma preocupação importante: como validar os documentos que necessitam de assinatura para embasar a tomada de decisão pelo profissional de saúde?

Considerando essa premissa, a regulamentação dos órgãos sanitários e as normativas dos conselhos de profissionais de saúde, surgiu a assinatura digital como forma de validar as orientações clínicas e medicamentosas realizadas.

Para tanto, é imprescindível que o profissional de saúde obtenha inicialmente o certificado digital, por meio da instalação de um software específico que vincula os elementos criptográficos, de forma a autorizar a assinatura no documento gerado.

A assinatura digital é rastreável na medida em que identifica os responsáveis, a data e o horário em que houve a validação. Ademais, disponibiliza um endereço eletrônico para acessos em casos específicos.

Portanto, trata-se de um documento validado pelo profissional de saúde, com orientações legíveis que poderão ser acessadas pelo paciente nas mais diversas plataformas digitais ou em alguns dispositivos.

Como vimos, a transformação digital na saúde é uma inovação que traz experiências diferenciadas ao paciente, na medida em que aumenta a precisão do diagnóstico, otimiza a assistência e ajuda na intervenção mais adequada de acordo com o perfil do indivíduo. Além disso, apresenta uma relação de custo favorável para os profissionais de saúde e os gestores quando plenamente implantada.

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Allana Peixoto|
16/12/2021

 A Maida.health, empresa de tecnologia e inovação do Sistema Hapvida, assumiu, no mês de novembro, o contrato para fornecimento do sistema de gestão de saúde para os servidores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMS) e seus dependentes. O sistema iHealth, solução utilizada, proporciona processos mais ágeis e seguros, terá o prazo de seis meses e conta com tecnologia de reconhecimento facial para proporcionar segurança e rapidez aos atendimentos. 

Além disso, as autorizações ambulatoriais serão automáticas, parametrizadas em sistema, conferindo mais agilidade aos pedidos de exames. "Ampliar o acesso à saúde por meio da ciência, da inovação e do conhecimento é o propósito da Maida.health, que oferece soluções inovadoras para a saúde. 

O objetivo da parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul é tornar mais prática e segura o acesso à saúde dos servidores", ressalta Ney Paranaguá, sócio da Maida.health.

Deildes Prado |
14/12/2021

 O Rol de Procedimentos e Evento em Saúde da ANS é composto
por uma série de procedimentos de diagnóstico, tratamento e acompanhamento de
doenças e eventos em saúde, que os planos de saúde devem cobrir para seus
beneficiários. Até este ano a sua atualização se dava a cada 2 anos, passando agora
a atualização se dar a cada semestre, nos meses de janeiro e julho 

Em abril de 2021 foram inseridas 69 novas coberturas, sendo
50 relativas a medicamentos para tratamento do câncer, de doenças
inflamatórias, crônicas e autoimunes e para tratamento de doenças que levam a
deformidades ósseas e 19 para terapias, exames e cirurgias que, somados aos
procedimentos já cobertos, totaliza 4.181 procedimentos de cobertura
obrigatória pelos planos de saúde. 

A introdução de procedimentos e medicamentos no Rol de
Procedimentos e Evento em Saúde leva a impactos nos custos, tendo em vista que
haverá mais eventos de cobertura obrigatória, pelos planos de saúde registrados
na Agência Nacional de Saúde (ANS). 

À incorporação dos novos procedimentos se associa um impacto
sobre os custos da prestação da assistência, que é compartilhado por todos,
tendo em vista que todos os clientes do plano contribuem com esse custo, por
meio do valor das mensalidades. 

O impacto nos custos, segundo a ANS, vai de R$1,52 bilhão a
R$2,41 bilhões, que equivale a 1,5% da despesa assistencial. Já a FenaSaúde
estima que o custo pode chegar a R$5 bilhões.  

Allana Peixoto|
08/12/2021

A pandemia desencadeada pelo novo coronavírus fez com que mais pessoas procurassem os serviços de saúde suplementar. De acordo com dados do governo, somente no primeiro semestre de 2021, o número de usuários cresceu mais em mais de 600 mil, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Nesse cenário, garantir uma boa gestão de operadoras de saúde eficiente é fundamental para a prestação de um bom serviço.

Ou seja, é preciso garantir a assistência médica adequada ao paciente e equilibrar as contas da operadora ao mesmo tempo. Mas engana-se quem pensa que fechar essa conta é fácil. É necessário agir com estratégia para cobrir um número crescente de usuários, garantindo também a reputação e a atratividade da saúde suplementar.

Ficou curioso e quer saber mais sobre a relação entre gestão de operadoras de saúde e a qualidade dos serviços prestados? Então, continue a leitura!

Em que consiste uma gestão eficiente de operadoras de saúde?

Garantir uma assistência de qualidade e adotar medidas com o objetivo de reduzir os custos são os maiores desafios da gestão de operadoras de saúde, mas também é algo fundamental para garantir a sustentabilidade da instituição.

Para tanto, é preciso promover a cultura de utilização adequada dos recursos disponíveis, conscientizando os usuários de que eles podem se tornar cada vez mais escassos.

Além do recurso da telemedicina, que proporciona atendimento de qualidade a distância e pode, inclusive, tirar o grande fluxo de pacientes das clínicas e hospitais, é preciso promover ações que promovam a gestão integrada, por exemplo, a medicina preventiva.

Para todos os possíveis contextos, a tecnologia tem se apresentado como a melhor aliada, pois além de atender as demandas dos beneficiários, ainda promove uma visão mais estratégica acerca dos negócios.

Assim, os recursos tecnológicos também podem ser usados para educar os beneficiários, colaborando com a redução da sinistralidade, fator que também merece a atenção dos gestores, com o objetivo de fazer a integração com os recursos disponíveis, sem aumentar os custos.

Quais são os maiores gargalos das operadoras de planos de saúde?

Otimizar custos e oferecer um bom atendimento aos beneficiários é a receita de sucesso para qualquer operadora de saúde. No entanto, isso nem sempre é fácil, não é mesmo?

Para ajudar você, separamos os três maiores gargalos das operadoras de saúde para você conhecer. Acompanhe!

1. Muita liberdade de escolha para o usuário

Na ânsia de oferecer uma rede ampla de atendimentos, muitas operadoras acabam deixando nas mãos do usuário a responsabilidade pela escolha de onde será atendido, e questão é, sem dúvidas, o maior causador de gargalos na gestão dos planos.

Com uma gestão mais enxuta e focada em acompanhamento individual e programas de prevenção, esses problemas podem ser sanados.

2. Falta de registro histórico de pacientes

A falta de acompanhamento leva à inexistência de registro histórico de pacientes. Com isso, a operadora não consegue prever a sinistralidade, fator que influencia diretamente nos custos. Uma rede de atenção primária pode ajudar a resolver essa questão.

3. Desperdício

Parece mentira, mas o desperdício é o maior gargalo das operadoras. Isso acontece por causa da necessidade de disponibilizar muitos profissionais, mesmo para baixas demandas, devido a um grande leque de serviços disponibilizados. Além disso, deixar a responsabilidade para o usuário escolher a rede de atendimento também é uma das causas do desperdício nas operadoras dos planos de saúde.

Como garantir uma boa gestão das operadoras de saúde?

Agora que você já tem uma boa noção sobre a importância da gestão de operadoras de saúde, veja como garanti-la com as dicas abaixo!

Tenha um planejamento adequado e controle de processos

Adotar um planejamento adequado o ajudará a controlar melhor os processos e também a definir quais são os objetivos a serem alcançados, além de estabelecer como isso será feito.

Quando a questão são as operadoras de saúde, é necessário pensar em como os serviços serão oferecidos, otimizando os custos.

Afinal, mesmo que a intenção seja assegurar o atendimento de qualidade, não significa que isso não possa ser feito com inteligência, encurtando o caminho para disponibilizar especialistas, por meio da telemedicina, por exemplo.

Utilize a tecnologia ao seu favor

A tecnologia também é muito útil no setor da saúde, visto que auxilia na otimização dos processos, promove a redução de custos e evita o retrabalho.

Nesse sentido, poder contar com um sistema de gestão eficiente é fundamental para melhorar os processos, que vão desde prontuários eletrônicos até laudos a distância.

Além disso, o sistema de gestão também deve ser considerado nos processos administrativos e burocráticos da operadora. Com a ferramenta certa, é possível aproveitar melhor o tempo e os recursos, além de agilizar o atendimento de pacientes e ter um maior controle das finanças da operadora, facilitando a sua auditoria.

Adote indicadores de qualidade

Os indicadores de qualidade na área da saúde são fundamentais para que o gestor possa avaliar o andamento dos processos, ou seja, verificar se o que foi planejado está sendo executado e trazendo os retornos esperados.

Além disso, ao criar e implementar os indicadores mais aderentes à sua operadora de saúde, fica mais fácil fazer uma gestão baseada em dados e corrigir estratégias a tempo de evitar danos maiores à instituição e a seus usuários.

Nesse cenário, é preciso tornar os indicadores de qualidade aliados e estudar como eles podem impactar a assistência à saúde e, como consequência, o sucesso da sua gestão.

Como o iHealth pode ajudar na gestão eficiente das operadoras de saúde?

Solução inovadora para o mercado das operadoras de saúde, o iHealth é uma ferramenta desenvolvida para criação, reengenharia e gestão de operadoras de saúde e autogestões públicas.

O iHalth é guiado por inteligência artificial, o que assegura uma maior eficiência operacional e concomitantemente promove a redução dos custos assistenciais, otimizando toda a operação da gestão de saúde.

Assim, ao ter uma visão maior acerca dos processos de gestão de operadoras de saúde, fica mais fácil pensar em quais são as melhores soluções a serem implantadas, a fim de oferecer um serviço de qualidade aos usuários, ao mesmo tempo em que a gestão garante a sustentabilidade dos planos de saúde.

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Allana Peixoto|
08/12/2021

A governança em telessaúde depende de nossa capacidade e disposição em reaprender sobre algumas premissas que carregamos sobre gestão da saúde. É um campo novo, cheio de particularidades, desafios e reflexões éticas a serem feitas.

Questões como até onde pode ir o atendimento remoto e no que ele é imprescindível precisam ser respondidas, para que a telessaúde encontre o equilíbrio entre a universalização do acesso à saúde e a qualidade do atendimento.

Afinal, como trilhar esse caminho? É o que pretendemos responder para você com este post.

Acompanhe!

A Telessaúde abrange a telemedicina

Para começar, vamos conceituar essas duas áreas e estabelecer a diferenças entre elas. Pois bem, o que diferencia a telemedicina é que ela envolve diretamente o exercício da profissão, portanto, a atuação médica. Como exemplos de aplicação, podemos usar a teleconsulta e o telediagnóstico, que são subáreas da telemedicina.

A telessaúde é ainda mais abrangente e se caracteriza pela aplicação de tecnologia de comunicação em áreas acessórias da medicina, envolvendo vários profissionais de saúde além dos médicos. Ela também é aplicada em diversos níveis de atuação, desde a atenção primária até os secundários e terciários, incluindo a logística em saúde. 

A importância da governança em telessaúde

Com o exemplo recente de algumas importantes demandas geradas pela pandemia, fica explícita a importância da logística e de toda a estrutura de apoio ao trabalho dos médicos.

A mesma lógica transportada para o atendimento remoto fica igualmente evidente com base nas definições do tópico anterior. Afinal, a telessaúde inclui recursos fundamentais para estruturar a telemedicina.

A gestão de equipes remotas envolve tarefas e particularidades muito distintas das necessárias às interações presenciais. Os processos precisam ser ajustados para garantir que os benefícios sejam aproveitados, por exemplo, melhorando a experiência dos pacientes.

Nesse contexto, pacientes e profissionais percebem uma melhora substancial da experiência de contato com o sistema de saúde, que se torna menos burocrático, com menos perda de tempo e mais confortável.

Outro ponto, dessa vez com impacto, inclusive, nos custos assistenciais, é no qual os pacientes são avaliados, triados e examinados pela telemedicina e só prosseguem para consultas presenciais se necessário, evitando superlotação de clínicas, hospitais e ambulatórios. 

A governança da telessaúde pode prever procedimentos capazes de evitar consultas com especialistas não indicados, comparecimentos para atendimentos de urgência desnecessários e outras ocorrências que, quando fazem parte da rotina de atendimento, não beneficiam ninguém.

Além disso, com o uso da telemedicina, hospitais, clínicas e profissionais podem alcançar populações distantes de seus centros de referência, dando acesso especializado a quem antes não o tinha.

Novamente, essa possível democratização do acesso à saúde depende diretamente da eficiência da governança, para que possa contar com a estrutura de apoio ideal.

Os pilares da governança em telessaúde

Basicamente, a governança em telessaúde explora 3 pilares principais, que estão detalhados nos tópicos abaixo.

Gestão — liderança e estrutura

Não basta entender a importância da governança em telessaúde para estruturar a telemedicina e todas as outras áreas. O que vai garantir o bom funcionamento dos processos é o comprometimento das lideranças com a execução do programa.

É esse esforço que vai garantir o orçamento necessário e o subsídio estratégico para o perfeito funcionamento do modelo, o que começa com a escolha da pessoa que conduzirá esse processo.

Para essa definição, algumas dicas são:

  • identificar pessoas internas que tenham experiência com implementação de tecnologia em telessaúde;
  • identificar aqueles com aptidão para tecnologia e experiência em liderança de operações clínicas;
  • priorizar líderes com características como gostar de aprender e inovar.

Definição da metodologia de forma clara e precisa

Como adiantamos, a gestão de equipes remotas representa um desafio cheio de particularidades, a começar pelo treinamento. Muitos dos nossos mecanismos de controle de atividades se baseiam na presença física e não nas tarefas executadas. A própria remuneração dos colaboradores é devida, de acordo com as horas de dedicação.

Em razão da pandemia, muitos gestores e profissionais de saúde observaram na prática a diferença e as demandas de monitoramento que surgem de atendimentos remotos. Quer um exemplo? Como podemos apoiar um médico com dificuldade de acionar o som em um atendimento de telemedicina?

A estruturação necessária a esse tipo de auxílio envolve cada detalhe, de cada processo de atendimento, que também implica em questões éticas e relativas aos procedimentos médicos. Por isso, sem um método claramente definido e descrito, a telessaúde tende a acabar subutilizada.

A fragmentação das ações entre as diversas áreas pode criar um mosaico pouco organizado e disforme, o que só pode ser evitado com um método eficaz de governança.

Definições de objetivos, metas e ROI

Ao mesmo tempo, desenvolver todo o potencial da telessaúde em seguida a sua implantação não é uma expectativa realista. O que vai garantir a excelência é o aprimoramento constante, o que depende diretamente da definição e do monitoramento de objetivos, metas e retorno de investimento (ROI).

Para medir o sucesso do programa de telessaúde, os seguintes componentes são essenciais:

  • valor clínico agregado;
  • engajamento dos profissionais e pacientes;
  • suporte administrativo;
  • congruência no plano estratégico;
  • capacidade clínica ligada à complexidade logística.

Cada um desses itens deve ter indicadores e metas muito bem definidos a partir do conceito S.M.A.R.T. Isso vai contribuir com o cálculo do ROI e outras variáveis de sustentabilidade do projeto.

Além disso, deve-se mapear o fluxo de comportamento dos pacientes e dos profissionais dentro da organização, identificando dados essenciais que poderão integrar e se relacionar com a tecnologia da telessaúde.

A implementação prática

Antes de colocar a tecnologia para funcionar, as dicas são: 

  • reunir os líderes;
  • definir os objetivos;
  • estruturar uma liderança formal para o programa;
  • garantir sustentabilidade;
  • focar na geração de valor para o paciente.

Também, é preciso definir onde a telessaúde se encaixa na linha de cuidado definida para cada iniciativa. Estipular quando usar e quando não adotar a telemedicina vai ajudar no desenvolvimento do programa. 

No início do projeto, nem sempre essas definições estão claras para todos, mas é fundamental focar no propósito de alto nível que a instituição de saúde pública ou privada deseja alcançar. 

É a partir dele que podemos traçar as formas de encaixar a telemedicina e a saúde digital na jornada de cuidado aos usuários do sistema, de uma maneira segura e confortável para todos.

Depois disso, é preciso avaliar o investimento necessário e as possibilidades de retorno do projeto, para que ele se mantenha com sustentabilidade financeira ao longo de seu crescimento.

Essa preocupação precisa estar em pauta desde as conversas iniciais, evitando custos desnecessários com equipamentos ou softwares, que não ajudam a alcançar o objetivo maior da organização.

O auxílio da tecnologia

É importante lembrar de que, como mencionamos neste post, a telessaúde não é exatamente uma novidade. Inúmeras iniciativas já foram organizadas por telefone, por exemplo, desde muito tempo. No entanto, jamais tivemos as possibilidades e, principalmente, as perspectivas que temos agora com os novos recursos.

Uma tecnologia de fácil uso, intuitiva, com segurança da informação adequada e que se adapte ao modelo de interação escolhido para o programa pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso do projeto.

Assim, pode gerar:

  • engajamento;
  • eficiência no uso dos recursos;
  • segurança nas interações;
  • satisfação dos pacientes e profissionais de saúde;
  • processo estruturado de implantação com inteligência estratégica.

Contudo, não poderíamos concluir de outro modo sem relatar a nossa convicção de que a tecnologia não é suficiente — como um bisturi, ela é apenas uma ferramenta, não necessariamente uma incisão perfeitamente executada.

A governança em telessaúde depende diretamente da expertise aplicada ao planejamento, à implantação e ao gerenciamento dos programas de telessaúde, com uma consultoria completa de ponta a ponta, como a da Maida Health.

Então, não perca tempo e conheça nossas soluções.

Allana Peixoto|
08/12/2021

A otimização de processos em hospitais é um diferencial significativo para aquelas instituições que prezam pela gestão eficiente, pela qualidade na assistência prestada e pelo uso da tecnologia a favor do paciente.

Além disso, quando as estratégias são empregadas de forma racional, há redução de custos, aumento da demanda e atendimento aos padrões de excelência padronizados pelos órgãos reguladores.

Por isso, se quiser saber mais sobre como investir na otimização dos processos, fique por aqui e entenda!

Invista na emissão de laudos online

Investir na eficiência das atividades significa integrar ferramentas tecnológicas que possam proporcionar a melhor experiência ao paciente, ao menor custo para ele e para a instituição hospitalar.

A emissão de laudos online é um exemplo bem-sucedido da otimização dos processos, pois aumenta a demanda sem alterar a qualidade dos resultados emitidos pelos especialista, além de ampliar as possibilidades de obter esse documento por meio de diversos aplicativos de mensagem.

Dessa forma, o gestor interessado nesse serviço deve procurar empresas capazes de realizar o exame radiológico e que estejam aptas a receber as imagens dos pacientes. Essas empresas devem ter profissionais experientes para emitir o laudo e disponibilizar recursos compatíveis para enviar as informações solicitadas.

Prontuário eletrônico do paciente

Ter todos os dados clínicos, medicamentosos, laboratoriais e o histórico de condutas já adotadas pelos profissionais que atenderam ao paciente é uma realidade concreta nos dias de hoje.

O prontuário eletrônico, entre outras atividades:

  • reúne todas essas funcionalidades;
  • otimiza o atendimento;
  • gera relatórios sobre a situação do paciente;
  • proporciona o compartilhamento de informações para especialistas.

Sabendo das vantagens da implantação do prontuário eletrônico do paciente na rotina da prática clínica, é fundamental buscar softwares que tenham um custo benefício favorável para os gestores.

Automatização do cadastro dos pacientes

A automatização de cadastro dos pacientes é uma opção promissora para instituições de qualquer porte, desde que bem executada por uma equipe treinada e coesa com os objetivos dessa ação.

Para tanto, é necessário entender que a automatização do cadastro precisa ser vantajosa para a otimização dos processos, considerando inclusive o número de pacientes atendidos e o custo dessa empreitada.

Por isso, os gestores devem analisar previamente os benefícios clínicos, econômicos e gerenciais além de incluir os custos com capacitação e manutenção do software contratado.

A tecnologia como norteadora dessa atividade

Otimizar os processos significa obter resultados confiáveis em menor tempo, proporcionar economia de recursos financeiros sem influenciar na qualidade da assistência e buscar novas formas de melhorar os serviços prestados.

Nesse sentido, observa-se que a evolução dos recursos tecnológicos associados ao maior conhecimento técnico e administrativo dos gestores trouxe oportunidades que antes não se vislumbravam.

Sendo assim, a inovação da maioria dos serviços clínicos se deu concomitantemente à evolução nos recursos tecnológicos, trazendo também oportunidades para otimizar o diagnóstico, a terapêutica e o acompanhamento de pacientes.

A otimização de processos em hospitais é uma meta técnico-gerencial que deve ser buscada dentro das instituições, utilizando de técnicas adequadas e eficientes, capacitação contínua das atividades, entre outras ações, desde que sempre promovam o bem-estar do paciente, melhorando a qualidade de vida ou diminuindo as complicações decorrentes de uma condição clínica.

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Allana Peixoto|
08/12/2021

O exame físico na telemedicina pode ser um desafio para muitos profissionais, porém, com as inovações nos recursos tecnológicos, está cada vez mais próximo apurar os parâmetros fisiológicos do paciente e oferecer um atendimento de excelência.

Por isso, primeiramente é fundamental avaliar as condições em que se implantará a telemedicina, como será viabilizado o exame físico no paciente e quais são os benefícios dessa integração.

Em seguida, é interessante acompanhar os indicadores de efetividade dessa implantação, ponderar e readequar as dificuldades encontradas e traçar planos terapêuticos exequíveis para os pacientes.

Quer saber mais sobre como funciona o exame físico na telemedicina? Então, continue a leitura e fique por dentro!

Qual é a importância da telemedicina?

Considerando a telemedicina como uma proposta de encurtamento das distâncias geográficas para ampliação da assistência clínica, entende-se que essa modalidade tem condições eficazes de se manter na preferência dos brasileiros.

Somando isso ao contexto da pandemia da COVID-19 e dos impactos que esse fenômeno epidemiológico causará na humanidade nos próximos anos, espera-se um grande crescimento e oportunidades de atuação para os profissionais clínicos.

Destaca-se também que, conforme apontado pelo Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina e saúde digital da Maida.health, todas as especialidades médicas e não médicas podem atender via telemedicina. Tudo dependerá da experiência e conhecimento do profissional e da jornada em que o paciente se encontra, desde seu diagnóstico até o tratamento.

Como funciona o exame físico na telemedicina?

É importante esclarecer que o exame físico realizado na telemedicina é chamado de telepropedêutica, mas ainda é pouco conhecido pelos médicos, conforme observa o Dr. Luciano Cunha.

Para tanto, ele exemplifica duas formas de realizar a telepropedêutica. Veja abaixo.

Orientações de manobras para o paciente ou acompanhante

Nessa situação, os profissionais solicitam que esses indivíduos executem pequenos movimentos ou apurem alterações fisiopatológicas que auxiliarão no diagnóstico. Aferições simples de temperatura corporal e orientações médicas para o paciente tossir a fim de apurar a existência de secreção são algumas ações que servem de exemplo.

Utilização de equipamentos específicos com possibilidade de interação a distância

Nesse contexto, é plausível verificar os parâmetros vitais por meio de relógios inteligentes, que monitoram glicemia, frequência cardíaca e outros aspectos que podem ser compartilhados com os médicos por mensagens instantâneas. Estetoscópios bluetooth, câmeras especiais com otoscópios e dermatoscópios que auxiliam na apuração dos sinais e sintomas dos pacientes são outros dispositivos úteis.

Como a telepropedêutica pode ajudar o profissional a realizar um exame físico direcionado?

Com as ferramentas tecnológicas existentes, a telepropedêutica pode ajudar o médico a examinar o paciente utilizando uma metodologia adaptada à realidade da telepresença, conforme relata o Dr. Luciano Cunha.

Também é interessante observar que os recursos tecnológicos utilizados nesse contexto são mais sensíveis e específicos, proporcionando confiança na construção de um diagnóstico mais preciso e seguro ao paciente.

Consequentemente, a confiabilidade na telemedicina aumenta e atrai novos adeptos, que já vislumbraram as vantagens em relação ao menor custo, disponibilidade integral do profissional durante a consulta e eliminação do deslocamento físico até o consultório.

Quais são as especialidades de uma plataforma de telemedicina?

Conforme regulamentado pela Lei Federal 13.989, de 15 de abril de 2020, a telemedicina pode ser executada por diversas especialidades médicas, desde que a integração virtual com o paciente seja possível.

Além disso, na referida legislação, existem as condições provisórias para ampliação da telemedicina devido ao cenário epidemiológico decorrente da contaminação pela COVID-19, o que suscitou novas modalidades de atendimento virtual.

Nesse sentido, o Dr. Luciano Cunha orienta que a plataforma de telemedicina deve permitir aos pacientes e profissionais de saúde a interação no meio digital, dentro de um ambiente seguro e de rastreabilidade das ações, obedecendo também as regras de proteção de dados.

No entanto, para efeitos de efetividade e organização das consultas virtuais, é interessante que as plataformas otimizem anotações em prontuário eletrônico, para facilitar a telepropedêutica.

Quais são as soluções que uma plataforma deve oferecer?

As empresas que investirem nesse nicho, além da segurança e otimização das informações veiculadas, devem oferecer funcionalidades adequadas e compatíveis com os programas de telemedicina.

Um exemplo bem-sucedido de empresa que proporciona o atendimento por telemedicina é a Maida.health, que viabiliza para as empresas solicitantes os mais diversos programas de telemedicina e saúde digital, desde teleconsulta de urgência até telemonitoramento de doentes crônicos.

Devido ao leque de opções fornecidas aos potenciais clientes e à facilidade de utilização das ferramentas da plataforma, observa-se grande interesse dos profissionais de saúde nessa inovação.

Qual a diferença entre telemedicina, telessaúde e e-Saúde?

Para entender a complexidade dos serviços virtuais, as funcionalidades de cada um e como funciona o exame físico na telemedicina, é fundamental avaliar os principais conceitos e como eles serão aplicados no cotidiano do médico e do paciente.

Inicialmente, considera-se o e-Saúde, aplicativo desenvolvido pelo DATASUS que provê informações sobre a saúde do cidadão. Por meio do cartão nacional do SUS e dos serviços clínicos gratuitos oferecidos à população, esse aplicativo traz um diagnóstico sobre o acesso aos serviços, exames e demais dados de interesse ao gestor e profissional de saúde.

Com o e-Saúde também é possível integrar os dados dos pacientes com o histórico já compilado, trazendo funcionalidades como direcionar o indivíduo conforme sua localidade ao serviço mais próximo à demanda.

Já a telessaúde é um conjunto de atividades que tem como peça fundamental o uso de inovações tecnológicas, que abarcam desde os serviços de telemedicina até aqueles voltados para a teleducação.

Sendo assim, otimiza tanto o atendimento aos pacientes quanto a capacitação dos profissionais de saúde por meio de videoconferências, discussão de casos clínicos complexos de forma virtual, entre outras possibilidades.

Diante disso, a telemedicina é um dos ramos da telessaúde, avaliada por meio de teleconsulta, emissão de laudos online, telestroke, teletriagem, teleassistência e vigilância epidemiológica, pautados nos princípios da eficácia e eficiência dos serviços prestados.

Saber como funciona o exame físico na telemedicina é um passo importante para entender como viabilizá-lo para os pacientes da maneira mais adequada. Diante disso, é possível compreender as diversas funcionalidades da telemedicina, que será amplamente viabilizada nas plataformas que propiciam o atendimento efetivo, seguro e conveniente para os profissionais de saúde e o paciente, além de demonstrar nítida redução de custos operacionais.

E você, ficou interessado em plataformas que otimizam a telemedicina? Então, entre em contato conosco que daremos mais detalhes!

Allana Peixoto|
08/12/2021

Manter o equilíbrio da saúde mental hoje em dia é uma tarefa desafiadora, devido às grandes provações que temos que lidar diariamente nos últimos tempos nas relações pessoais e profissionais.

Além disso, em decorrência da situação epidemiológica vivenciada no mundo inteiro, muitas pessoas que antes não apresentavam sintomas emocionais estão desenvolvendo a chamada fadiga pandêmica, constituindo um desafio para os profissionais da assistência.

Diante desse cenário, a demanda por consultas com psiquiatras, psicológicos e outros profissionais que lidam indiretamente com essas consequências aumentou vertiginosamente, além do grande consumo de psicotrópicos.

Por isso, faremos uma análise sobre como cuidar da saúde mental com o uso da telemedicina. Acompanhe conosco!

Como a saúde mental pode afetar a saúde física das pessoas, em especial durante a pandemia?

A inter-relação entre mente e corpo ainda é bastante estudada pelos pesquisadores no assunto. Já se sabe, por exemplo, que o estresse crônico pode induzir a baixa imunidade e, consequentemente, favorecer o aparecimento das doenças.

Conforme acrescenta o Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina e saúde digital da Maida.health, a saúde mental sabidamente induz problemas cardiovasculares e até mesmo patologias gastrointestinais. Isso significa maior probabilidade de desenvolver infartos, úlceras e outros transtornos devido às descargas hormonais anormais causadas pelas doenças psiquiátricas não tratadas.

Além disso, o Dr. Luciano Cunha ressalta que as patologias mentais são responsáveis pela elevação de custos em saúde, como aumento do número de internações devido aos surtos, diminuição da capacidade laboral etc.

Outro ponto fundamental que estamos vivenciando com a pandemia é que o distanciamento social favoreceu o aparecimento da ansiedade e depressão, pois privou grande parte da sociedade do convívio com entes queridos e amigos.

A fadiga pandêmica, caracterizada como um conjunto de sintomas físicos e psicológicos em virtude do cenário epidemiológico vivenciado atualmente, proporciona cansaço, falta de concentração, irritabilidade, surtos de ansiedade e outros sintomas nos indivíduos diagnosticados.

Por meio da telemedicina, como o cuidado com a saúde mental pode ser realizado?

A telemedicina é uma inovação tecnológica em saúde que cresceu substancialmente devido à pandemia. Muito embora já existisse em alguns nichos de atuação, atualmente demandou o desenvolvimento de novas ferramentas para suprir uma demanda crescente nesse momento.

Ademais, como pondera o diretor de telemedicina e saúde digital da Maida.health, muito antes da pandemia, a telemedicina já era utilizada pela psicologia no Brasil, principalmente para a avaliação e o acompanhamento de pacientes.

Os resultados de estudos em telepsicologia têm demonstrado que o ambiente virtual proporcionado pela telemedicina pode ser, às vezes, melhor do que uma consulta presencial, na percepção do paciente.

Isso significa não somente mais efetividade e adesão ao tratamento proposto, como redução de custos operacionais para os profissionais de saúde e, consequentemente, para o paciente em questão.

Quais são as vantagens da telepsiquiatria e da telemedicina nesse contexto?

Primeiramente, é importante mencionar que a telemedicina no Brasil é respaldada pela Lei Federal nº 13.989/2020, que determinou as formas de atendimento ao paciente em decorrência do cenário da pandemia de COVID-19.

Nesse sentido, as vantagens para implantação da telepsiquiatria e telepsicologia são notáveis para os profissionais e pacientes, tais como ampliação do horário de atendimento, eliminação dos custos e do tempo para deslocamento até os consultórios etc.

Adicionalmente, conforme observa o Dr. Luciano Cunha, diversos casos, como transtorno de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo e transtorno de ansiedade generalizado, podem ser mais bem tratados por meio da telemedicina, de maneira muito eficaz.

Como a tecnologia tem modificado a telemedicina?

Os recursos tecnológicos disponíveis atualmente permitem a visualização e a comunicação com o paciente em tempo real, o envio de exames por aplicativos de mensagens e o acompanhamento do prontuário eletrônico de forma virtual.

Isso significa, conforme conclui o diretor de telemedicina e saúde digital da Maida.health, que as tecnologias digitais, principalmente com o uso da telemedicina, têm permitido aos pacientes um cuidado mais confortável e humanizado também quando se trata de saúde mental.

Ele ainda aponta que diversas patologias dificultam a saída dos pacientes de suas residências, além da vida agitada e cheia de compromissos, em que muitos desistem de um acompanhamento presencial alegando falta de tempo.

Sendo assim, os recursos utilizados na telemedicina, além dos softwares para sistema de informações em saúde e plataformas para armazenamento de dados do prontuário, devem contar também com a capacitação dos profissionais para lidar com essa modalidade.

Muitos profissionais estão desenvolvendo técnicas de abordagem virtual e orientação ao paciente para análise e acompanhamento dos sinais e sintomas apresentados, além do envio de informações clínicas captadas pelos aplicativos de saúde.

Quais são as tendências da saúde mental via telemedicina?

Cuidar da saúde mental é uma necessidade nos dias de hoje, tanto pelo autoconhecimento quanto pelo controle das doenças já diagnosticadas, evitando, assim, o surto ou a exacerbação dos sintomas.

Considerando também os desafios pessoais enfrentados atualmente, com a perda de um ente queridos subitamente para a COVID 19, o desemprego, a falta de perspectivas quanto à saúde na pandemia e outros dilemas atuais, a procura pela telemedicina é uma alternativa consistente para lidar com essas questões.

Os impactos da pandemia serão mensurados ao longo dos anos, porém, já se observam grandes mudanças nas questões emocionais dos indivíduos, tanto pelo medo irracional de se infectar com o coronavírus quanto pelas consequências que ele pode trazer à família.

Dr. Luciano da Cunha cita um estudo realizado nos Estados Unidos em 2018, em que mais de 50% das teleconsultas realizadas nesse período estavam relacionadas à saúde mental, e ainda não havia sido decretada a pandemia.

Com a demanda crescente e emergencial pelas consultas virtuais, a garantia de ter segurança digital para operacionalizar a telemedicina e a facilidade de sua implantação, é possível que a porcentagem de atendimento tenha um salto significativo ao final de 2021.

A saúde mental nunca foi tão discutida quanto nos dias atuais. Os desafios enfrentados pela pandemia trouxeram novas angústias e alterações emocionais significativas que perdurarão por muito tempo. Felizmente, com o advento da telemedicina, está sendo possível tratar os pacientes por meio da telepsiquiatria e telepsicologia de modo eficiente e seguro, a fim de trazer conforto e autoconhecimento para as aflições desenvolvidas.

E você, ficou interessado nesse assunto? Então, entre em contato conosco se quiser mais detalhes!

Allana Peixoto|
08/12/2021

Maida.health, que faz parte do Sistema Hapvida, também apoia e fortalece o compromisso com os direitos humanos, pois iniciativas como essa, promovem transformações inovadoras e oportunidades para todos.

Ter consciência da importância de contribuir com o meio ambiente e com a responsabilidade social são diretrizes do Sistema Hapvida. Desta forma, a companhia se tornou signatária dos selos ONU Mulheres, Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ e da Rede Empresarial de Inclusão Social (REIS), contribuindo para as melhores práticas de governança. Empresa está comprometida com os direitos humanos e com a agenda 2030 dos Objetivos Sustentáveis da ONU

No mundo corporativo, o conceito ESG (Environmental, Social and Governance) ou ASG (Ambiental, Social e Governança, em tradução) é um compromisso que as companhias assumem a longo prazo para contribuir com a sustentabilidade da empresa através de práticas internacionais.

De acordo com Ricardo Mota, Gerente Sênior da área de Gente, Gestão e Diversidade do Sistema Hapvida, fazer parte dessas organizações fortalece a atuação da companhia, especialmente na promoção do Social, do ESG. “Não é sobre instrumentalizar as pessoas, e sim sobre humanizar as relações. Essas iniciativas nos orientam, nos guiam e priorizam as ações, mas a mudança de verdade nasce dentro de cada um. Trazer para a consciência a importância do respeito e a valorização das diferenças aumenta as chances de termos ambientes livres de pré-conceitos e melhoram os resultados e engajamento das pessoas”, destaca.

Majo Campos, Vice-Presidente da área de Gente, Gestão e Diversidade, ressalta que ser signatário “não significa que realizamos todos os compromissos estabelecidos, mas, sim, que estamos prontos para aprender e fazer a transformação que queremos em nossa empresa contribuindo, assim, para uma sociedade mais justa e de oportunidade as pessoas”.

Para a empresa, a intenção é fazer valer a declaração dos Direitos Humanos, que diz: “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”. Por isso, esse novo passo da empresa requer responsabilidades, cumprimentos de metas e promoção de ações afirmativas que estejam em linha com as necessidades das pessoas para o crescimento sustentável da empresa e evolução como sociedade.

“Não mudamos o passado mas construímos o futuro, e esta construção é necessariamente coletiva. Estaremos ao lado de grandes organizações que estão nesta jornada há mais tempo para dividirmos experiências e somar ações, afirma Ricardo, e completa que a empresa promove encontros, treinamentos, cartilhas de orientações e formação para seguir nesta transformação social.

Conheça as organizações:

*ONU Mulheres: https://www.onumulheres.org.br/
*Fórum de Empresas e Diretos LGBTI+: https://www.forumempresaslgbt.com/
* REIS https://www.redeempresarialdeinclusao.com/